SODOMA DO PONTO DE VISTA DO PERFEITO JESUS
Que prerrogativa
tinha o
povo escolhido por Jeová???
Acaso, o erro, o pecado,
a iniquidade do "povo escolhido" por Deus é
mais suportável ou mais leve do que o pecado do "povo não
escolhido"???
A punição
para o "povo escolhido"
deverá ser mais leve e mais branda do que para o "povo
não escolhido"???
Isto caracterizaria o uso
de dois pesos e duas medidas.
Caracteriza o uso de
Parcialidade, de ser Parcial.
Caracteriza iniquidade de
quem assim o faz, independente de quem seja.
Quanto a Sodoma, e seus
distritos jurisdicionais, Gomorra, Admá e Zeboim, os
imperfeitos ali mortos foram punidos por Jeová de forma justa
por se excederem em suas práticas imorais, além do
egoísmo excessivo. Encontravam-se completamente doentes no que
se refere à moralidade, principalmente por não terem
conhecido a Jeová e suas leis, NÃO ERAM PESSOAS
ENSINADAS POR JEOVÁ. De forma contrária, foram
ensinadas desde a infância a encararem como normal o que
faziam, estando além de todo senso moral, criaram suas
próprias regras de moral, no pleno exercício da forma
anárquica de viver. Tornaram-se um clássico, visual
durante várias gerações e registrado exemplo
para o povo escolhido e para todos os demais humanos, do resultado
prático da independência do Criador e do grau de
tolerância do Criador quanto a forma de vida egoísta.
Se Jeová não interviesse, certamente a humanidade como um todo não aprenderia a lição que o Criador resolveu dar a toda a humanidade quanto a sua tolerância para esta forma egoísta de viver a vida. Esta punição serviria de lembrete para todos. Nosso amoroso Pai, assim como no caso de Caim, providenciou uma marca física, material, visível, que ficasse como símbolo do grau de sua intolerância neste assunto, para muitas gerações.
Se Jeová não interviesse, certamente a humanidade como um todo não aprenderia a lição que o Criador resolveu dar a toda a humanidade quanto a sua tolerância para esta forma egoísta de viver a vida. Esta punição serviria de lembrete para todos. Nosso amoroso Pai, assim como no caso de Caim, providenciou uma marca física, material, visível, que ficasse como símbolo do grau de sua intolerância neste assunto, para muitas gerações.
AFINAL, QUAL FOI O PECADO DE SODOMA? Assim falou o próprio Jeová - Saiu da boca do próprio Jeová:
Ezequiel
16:49,50 49
Eis que este é o que mostrou ser o erro de Sodoma, tua irmã:
Orgulho, fartura de pão e a despreocupação do
sossego foram [as coisas] que vieram a ser dela e das suas aldeias
dependentes, e ela não fortaleceu a mão do atribulado e
do pobre. 50 E elas continuaram a ser soberbas e a praticar uma coisa
detestável diante de mim, e eu finalmente as removi, assim
como vi [ser conveniente].
Jeová disse que
foi orgulho, soberba, riqueza (fartura de pão e despreocupação
do sossego), não usar de misericórdia para com o
atribulado e o pobre, e praticar uma coisa detestável
(possivelmente - sexualmente depravada). Estes foram os pecados
(conjunto de erros) de Sodoma vistos pelos olhos de Jeová.
Foi o pecado de
Jerusalém e Judá semelhante ao pecado de sua irmã
Sodoma, pecado este, punido com a total remoção de
Sodoma? Veja Isaías 3:8,9. > Seria esta total “remoção”,
do tipo permanente, definitiva ou eterna?
Admite-se o perdão de Jeová para os que o conheciam, falharam e foram punidos com a morte (judeus; humanos imperfeitos que agiram com iniquidade); por que não se admitir tal perdão definitivamente para quem não o conhece e comete erros e que foram punidos com a morte (humanos imperfeitos que agiram com iniquidade)?
Para os judeus, um povo escolhido e ensinado por Jeová, embora iníquo, Jeová era Professor, Pai Amoroso e perdoador, Legislador, Justo Juiz,... . Para os demais povos contemporâneos, povos iníquos, o que Jeová era? Um mero executor de iníquos, que muitas vezes se mostraram MAIS JUSTOS do que tais iníquos judeus?
Jerusalém e Judá cometeram pecado semelhante ao de Sodoma, entretanto, sua punição deveria ser menor? Dois pesos e duas medidas?
Admite-se o perdão de Jeová para os que o conheciam, falharam e foram punidos com a morte (judeus; humanos imperfeitos que agiram com iniquidade); por que não se admitir tal perdão definitivamente para quem não o conhece e comete erros e que foram punidos com a morte (humanos imperfeitos que agiram com iniquidade)?
Para os judeus, um povo escolhido e ensinado por Jeová, embora iníquo, Jeová era Professor, Pai Amoroso e perdoador, Legislador, Justo Juiz,... . Para os demais povos contemporâneos, povos iníquos, o que Jeová era? Um mero executor de iníquos, que muitas vezes se mostraram MAIS JUSTOS do que tais iníquos judeus?
Jerusalém e Judá cometeram pecado semelhante ao de Sodoma, entretanto, sua punição deveria ser menor? Dois pesos e duas medidas?
Isaias
3:8,9 8
Pois Jerusalém tropeçou e a própria Judá
caiu, porque sua língua e suas ações são
contra Jeová, comportando-se rebeldemente aos olhos da sua
glória. 9 A própria expressão das suas faces
testifica realmente contra eles, e contam deveras seu pecado
semelhante ao de Sodoma. Não [o] ocultaram. Ai da sua alma!
Pois trouxeram calamidade sobre si mesmos.
A reação
de Jeová ao pecado de Jerusalém e Judá, pecado
semelhante ao de Sodoma, pecado praticado por aquele povo escolhido e
ensinado pelo próprio Jeová, foi descrita nas palavras
do próprio Jeová em:
Jeremias
32:30-44 > 30
“‘Pois os filhos de Israel e os filhos de Judá
mostraram ser meros malfeitores aos meus olhos, desde a sua mocidade;
porque os filhos de Israel me ofendem até mesmo com o trabalho
das suas mãos’, é a pronunciação de
Jeová. 31 ‘Pois esta cidade, desde o dia em que a
construíram até o dia de hoje, mostrou ser nada mais do
que causa para ira em mim e causa para furor em mim, a fim de
removê-la de diante da minha face, 32 em razão de toda a
maldade dos filhos de Israel e dos filhos de Judá, que fizeram
para me ofender, eles, seus reis, seus príncipes, seus
sacerdotes e seus profetas, e os homens de Judá e os
habitantes de Jerusalém. 33 E persistiram em virar as costas
para mim e não a face; embora se lhes ensinasse, levantando-se
cedo e ensinando, mas não havia nenhum deles que escutasse
para receber disciplina. 34 E foram pôr suas coisas repugnantes
na casa sobre a qual se invocou meu próprio nome, a fim de a
aviltar. 35 Outrossim, construíram os altos de Baal, que estão
no vale do filho de Hinom, para fazerem seus filhos e suas filhas
passar [pelo fogo] a Moloque, coisa que não lhes ordenei, nem
me subiu ao coração fazer tal coisa detestável
com o fim de fazer Judá pecar.’36 “E agora, pois,
assim disse Jeová, o Deus de Israel, com respeito a esta
cidade que vós dizeis será certamente entregue na mão
do rei de Babilônia pela espada, e pela fome, e pela
pestilência: 37 ‘Eis que os reúno de todas as
terras às quais eu os terei dispersado na minha ira e no meu
furor, e em grande indignação; e vou trazê-los de
volta a este lugar e fazê-los morar em segurança. 38 E
eles hão de tornar-se meu povo e eu mesmo me tornarei seu
Deus. 39 E vou dar-lhes um só coração e um só
caminho, a fim de me temerem para sempre, para o bem deles e dos seus
filhos após eles. 40 E vou concluir com eles um pacto de
duração indefinida, de que não recuarei de trás
deles, para que eu lhes faça o bem; e porei no seu coração
o temor de mim para não se desviarem de mim. 41 E vou exultar
sobre eles para fazer-lhes o bem e vou plantá-los nesta terra
em veracidade, de todo o meu coração e de toda a minha
alma.’”42 “Pois assim disse Jeová: ‘Assim
como fiz chegar sobre este povo toda esta grande calamidade, assim
faço chegar sobre eles toda a bondade de que falo referente a
eles. 43 E certamente se comprarão campos nesta terra de que
direis: “É um baldio desolado, sem homem nem animal
doméstico. Foi entregue na mão dos caldeus.”’44
“‘Campos é que serão comprados com dinheiro
pelas pessoas, e haverá o registro na escritura, e a selagem,
e a tomada de testemunhas na terra de Benjamim, e nos arredores de
Jerusalém, e nas cidades de Judá, e nas cidades da
região montanhosa, e nas cidades da terra baixa, e nas cidades
do sul, porque trarei de volta seus cativos’, é a
pronunciação de Jeová.”
Nada mais nada menos que o cumprimento daquele cântico “composto por Jeová como testemunha contra este povo”, e entregue a Moisés “antes” de estes entrarem na terra prometida – Deuteronômio 31:16-22;32:1-43 . Descumpriram o primeiro pacto assim como o próprio Criador havia previsto que aconteceria, sendo punidos com a punição prevista. Tratados como a nação, como o povo escolhido, esta NÃO FOI EXTERMINADA assim como Sodoma, muito embora, não houvesse nenhum israelita que se voltasse; antes, foi-lhe garantido a manutenção deste pacto até a entrada em vigor do futuro novo pacto, um pacto melhor.
Por tal rebeldia, ESTA GERAÇÃO iníqua do “crasso pecador” recebeu o seguinte fim, nas sábias palavras do próprio Criador Jeová -
Saiu da boca do próprio
Jeová: Isaias
5:13-16 13
Por isso, meu povo terá de ir ao exílio por falta de
conhecimento; e sua glória serão homens famintos e sua
massa de gente ficará ressequida de sede. 14 Por isso, O
SEOL
ampliou
a sua alma e escancarou a sua boca além de medida; e o que é
esplêndido nela, também a sua massa de gente, e seu
rebuliço, e o rejubilante, certamente DESCERÃO
A ELE.
15 E o homem terreno se encurvará, e o homem ficará
rebaixado, e até mesmo os olhos dos altos ficarão
abaixados. 16 E Jeová dos exércitos ficará alto
por meio do julgamento, e o [verdadeiro] Deus, o Santo, certamente se
santificará por meio da justiça.
Em cumprimento do
cântico composto pelo próprio Jeová, o Seol, a
parte mais baixa seria o fim desses rebeldes: As palavras saídas
da boca de Jeová são:
(Deuteronômio
32:21-22) 21 Eles,
da sua parte, me provocaram ao ciúme com aquilo que não
é deus; Vexaram-me com os seus ídolos vãos; E
eu, da minha parte, os provocarei ao ciúme com aquilo que não
é povo; Ofendê-los-ei com uma nação
estúpida. 22 Pois, na minha ira acendeu-se um fogo, E
ele ARDERÁ
ATÉ O SEOL,
o lugar mais baixo
,
E consumirá a terra e a sua produção, E
incendiará os alicerces dos montes.
As palavras saídas
da boca de Jeová são: (Jeremias
30:23-24) 23 Eis
que saiu de Jeová um vendaval, o próprio furor, uma
tormenta impetuosa. Rodopiará sobre a cabeça dos
iníquos. 24 A ira ardente de Jeová não
recuará até que ele tenha executado e até que
tenha realizado as idéias de seu coração. Na
parte final dos dias vós lhe dareis a vossa consideração.
Certamente desceram ao
Seol, por serem crassos pecadores. Foram punidos com uma antecipada
ida para o Seol. Os que não eram tão crassos, como
punição ,
passaram longo tempo no exílio (70 anos) ou morreram nele,
recebendo também a devida lição. AQUELA GERAÇÃO
FOI SEVERAMENTE PUNIDA, MAS NÃO HOUVE EXTERMÍNIO DO
POVO.
Que mérito havia para tais crassos pecadores irem apenas para o Seol enquanto que Sodoma, considerada mais justa, iria para a Geena (inexistência definitiva)?
Que mérito havia para tais crassos pecadores irem apenas para o Seol enquanto que Sodoma, considerada mais justa, iria para a Geena (inexistência definitiva)?
Pode a perfeita justiça
divina admitir esta “diferença de tratamento”
(parcialidade, dois pesos e duas medidas) entre os iguais humanos
imperfeitos condenados à morte?
Afinal, PARA O CRIADOR PERFEITO, por menor que seja o ERRO, ele é classificado como ERRO, e quem cometer qualquer tipo de ERRO, não atinge a glória do Criador, logo, é imperfeito e está condenado à MORTE, exatamente por não ser 100% confiável.
Numa sinfonia que contenha mil notas, cada nota com seu tempo exato e entre cada nota também existindo seus tempos exatos..., esta só é apresentada de forma perfeita, quando forem cumpridos todos os detalhes (100% ) de forma perfeita. Errar uma, cem ou duzentas notas ou tempos em qualquer local da sinfonia é apresentar a sinfonia de forma imperfeita. Não se pode confiar neste apresentador, seja ele um filho querido, um filho rebelde ou um estranho qualquer.
O nosso irmão Paulo no seu testemunho a não judeus diz que:
Afinal, PARA O CRIADOR PERFEITO, por menor que seja o ERRO, ele é classificado como ERRO, e quem cometer qualquer tipo de ERRO, não atinge a glória do Criador, logo, é imperfeito e está condenado à MORTE, exatamente por não ser 100% confiável.
Numa sinfonia que contenha mil notas, cada nota com seu tempo exato e entre cada nota também existindo seus tempos exatos..., esta só é apresentada de forma perfeita, quando forem cumpridos todos os detalhes (100% ) de forma perfeita. Errar uma, cem ou duzentas notas ou tempos em qualquer local da sinfonia é apresentar a sinfonia de forma imperfeita. Não se pode confiar neste apresentador, seja ele um filho querido, um filho rebelde ou um estranho qualquer.
O nosso irmão Paulo no seu testemunho a não judeus diz que:
Atos
17:30,31 É
verdade que Deus não tem tomado em conta os tempos de tal
ignorância, no entanto, agora ele está dizendo à
humanidade que todos, em toda a parte, se arrependam. 31 Porque ele
fixou UM
DIA
em
que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por
meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos
os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.”
Por que Jeová
não levou em conta os tempos de tal ignorância? Porque
Jeová amorosamente respeitou (levou em conta) a ‘condição
mental’ de ignorância de toda a humanidade em relação
a um suposto “julgamento definitivo” (condenação
à inexistência eterna), inclusive do seu povo escolhido,
e exatamente por isso, Ele fixou um dia no futuro em que se propôs
"julgar em justiça” a terra habitada. Para nosso
Amoroso Criador Jeová, o imperfeito precisa alcançar
uma melhor condição mental para estar em condições
de julgamento. Isto realmente tem algo a ver com a Justiça
perfeita de Jeová e com sua infindável sabedoria.
Agora, em conseqüência da Sua justiça perfeita e
eterna Santidade, a
partir de quando Ele
não levou em conta tal tempo de ignorância? Foi esta
atitude usada de forma parcial ou imparcial? Só para alguns
“merecedores”?
Afinal, o que recebe como penalidade aquele que comete pecado? Jeová diz que “a alma que pecar – esta é que morrerá". A pena é ÚNICA para todo e qualquer pecado.Coerentemente, o perfeito Jesus assim falou em João 5:22,30: 22 Porque o Pai não julga a NINGUÉM, mas tem confiado “TODO” o julgamento ao Filho. 30 Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; assim como ouço, eu julgo; e o julgamento que faço é justo, porque não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
Afinal, o que recebe como penalidade aquele que comete pecado? Jeová diz que “a alma que pecar – esta é que morrerá". A pena é ÚNICA para todo e qualquer pecado.Coerentemente, o perfeito Jesus assim falou em João 5:22,30: 22 Porque o Pai não julga a NINGUÉM, mas tem confiado “TODO” o julgamento ao Filho. 30 Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; assim como ouço, eu julgo; e o julgamento que faço é justo, porque não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
Devemos alterar esta
afirmação saída da boca de Jesus? Podemos dizer:
Jeová já julgou definitivamente fulano ou o povo Y ou o
povo Z?
Uma
afirmação assim é afrontar diretamente ao que
saiu da boca de Jesus.
Ratificou
o perfeito Jesus em João
12:47-49 47
Mas,
se alguém ouvir as minhas declarações e não
as guardar, EU NÃO O JULGO ; pois não vim julgar o
mundo, mas salvar o mundo. 48 Quem me desconsiderar e não
receber as minhas declarações, tem quem o julgue. A
palavra que eu tenho falado é que o julgará NO ÚLTIMO
DIA;
Quando será julgado? No ÚLTIMO DIA , o Dia de Julgamento. É exatamente neste "ultimo dia", em uma parte deste "último dia", que ocorrerá o "julgamento".
Jeová e Jesus ainda não julgaram definitivamente a nenhum humano imperfeito, antes, reservaram um dia especial para um julgamento justo de toda a humanidade, providenciando que todos venham a estar na mesma condição antes do julgamento. Este dia ainda se encontra no futuro. Até então nosso Criador Jeová, como um Pai amoroso e Disciplinador, não havia se refreado de PUNIR pecadores imperfeitos, ensinando lições. Dentre as PUNIÇÕES previstas à nação judaica, através da Lei e dos regulamentos dados por Jeová, não constava a Geena (inexistência definitiva). Para os judeus, todas as PUNIÇÕES para todo tipo de pecado ou erro, deixavam aberta a porta para arrependimento em vida ou na morte. Todos os judeus punidos por Jeová foram para o Seol e todos os que estão no Seol serão levantados - Revelação 20:13. Entretanto, poderia Jeová ser diferente para os demais humanos imperfeitos que viviam em ignorância, espiritualmente cegos, julgando-os e punindo-os com a Geena (inexistência definitiva)? Jesus respondeu: “porque o Pai não julga a ninguém ”; e Paulo assim entendeu: “Ele não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância”. “Ele fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada”.
A ida para a Geena (inexistência definitiva) é o resultado de uma condenação, condenação esta após um julgamento justo, e não se admite mais o arrependimento. Jesus afirmou que até aquela data nenhum julgamento definitivo de imperfeitos tinha sido realizado. João 5:22,30 – João 12:47-49; Atos 17:30,31 – Revelação 14:6,7.
É exatamente
neste "último dia" que haverá a ressurreição
dos mortos.
Jesus, perfeito e sábio, chamou à atenção a uma das muitas concessões que Jeová fazia ao lidar com seu povo escolhido dentre os humanos imperfeitos, por não levar em conta, apesar de ver como pecado, por exemplo, quanto ao divórcio e casar com outras mulheres, fato tão corriqueiro entre eles.
Mateus
19:3-9
3
E vieram ter com ele fariseus, decididos a tentá-lo, e
disseram: “É lícito que um homem se divorcie de
sua esposa por qualquer motivo?” 4 Em resposta, ele disse: “Não
lestes que aquele que os criou desde [o] princípio os fez
macho e fêmea, 5 e disse: ‘Por esta razão deixará
o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua
esposa, e os dois serão uma só carne’? 6 De modo
que não são mais dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe
o homem.” 7 Disseram-lhe: “Então, por que
prescreveu Moisés que se desse um certificado de repúdio
e que ela fosse divorciada?” 8 Ele lhes disse: “Moisés,
por causa da dureza dos vossos corações, vos fez a
concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas este não
foi o caso desde [o] princípio. 9 Eu vos digo que todo aquele
que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de fornicação,
e se casar com outra, comete adultério.”
AO
VISUALIZAREM A REALIDADE EXPOSTA POR JESUS, ASSIM REAGIRAM OS
DISCÍPULOS:
Mateus
19:10-12
10
Os discípulos disseram-lhe: “Se esta é a situação
do homem com sua esposa, não é aconselhável
casar-se .” 11 Disse-lhes ele: “Nem todos os homens dão
lugar a esta palavra, mas somente os a quem é dado. 12 Pois há
eunucos que nasceram tais da madre de sua mãe, e há
eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e há eunucos
que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Dê
lugar a isso aquele que pode dar lugar a isso.”
Para o Projetista
Jeová, a partir de quando passou a valer o fato de: “ter
mais de uma esposa é viver em adultério”? O
próprio Jesus afirmou ser a partir do Éden; já
constava no “projeto original”.
Jeová
não muda sua opinião de acordo com o nível do
conhecimento do humano. Os
humanos são informados de quanto errados estavam no seu
passado e do quanto o Santo Criador os aturava e perdoava, AMANDO-OS.
Realmente, era um relacionamento educativo, pois os adúlteros
definitivamente não herdam o Reino (1 Coríntios 6:9-11)
e Jeová amorosamente, não colocava o dedo nesta ferida
exposta desta nação, seu povo; obviamente, ainda não
era o tempo. Casar-se com mais de uma esposa foi prática comum
de toda a nação e até mesmo dos patriarcas
Abraão, Jacó e outros, e na visão do Criador
havia ali um relacionamento adúltero. Há como negar que
viviam em adultério? Mesmo assim o Santo Criador estabeleceu e
manteve pactos com esta nação e homens que viveram em
adultério. Adicionalmente, entre outras coisas, com suas
próprias mãos derramaram sangue humano de seus iguais
humanos imperfeitos (próximo), embora rotulados de inimigos, e
se vangloriavam disso. O Criador não se agradava disso.
Ezequiel
33:25,26 25
“Portanto, dize-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor
Jeová: “Continuais a comer com sangue e os vossos olhos
continuam a levantar-se para os vossos ídolos sórdidos
e continuais a derramar sangue. Portanto, deveis vós possuir o
país? 26 Dependestes da vossa espada. Fizestes uma coisa
detestável e aviltastes, cada um, a esposa de seu companheiro.
Portanto, deveis vós possuir o país?”’.O
Criador Jeová afirma que sabiamente os havia deixado ter
(deu-lhes)
regulamentos que não eram bons e decisões judiciais
pelas quais não podiam manter-se vivos perante Jeová, e
Jesus mostra claramente quais eram estes, revelando a partir de
então, quais eram os verdadeiros regulamentos que os manteriam
indefinidamente vivos perante o Criador.
Ezequiel
20:25 25
E eu mesmo também os deixei ter (dei-lhes) regulamentos que
não eram bons e decisões judiciais pelas quais não
podiam manter-se vivos.
Novamente, não havia mérito dos humanos. Por que o Sábio Criador permitiria (fazia passar por) esta situação “ter regulamentos que não eram bons”? Uma sábia lição estava em andamento. O Sábio Professor está nos induzindo a encontrar a sabedoria da VERDADEIRA MOTIVAÇÃO, mostrando-nos, fazendo-nos experimentar na prática, o resultado de outras motivações.
Jesus lhes chamou a atenção que embora o Criador lidasse com eles, na Sua Santidade, estava simplesmente aturando, AMOROSAMENTE suportando deles (judeus) uma série de imperfeições, não levando em conta, pois não era o momento de exigir coisas que eles (judeus) não estavam em condições de obedecer. Em outras palavras, Jesus em Mateus 5:7-6:24 estava dizendo: “Este relacionamento até aqui foi apenas um dos degraus de uma escada; agora meu Pai pediu para eu lhes mostrar o novo degrau, um novo relacionamento”. Uma análise mais profunda da comparação feita por Jesus, entre como eles levavam suas vidas até então e aquilo que Jeová realmente esperava deles, revela um enorme abismo de distância, mas, mesmo assim, Jeová não os julgava e condenava definitivamente por tais erros praticados, agora expostos por Jesus. Como o nosso Criador é Santo e não muda sua personalidade, Ele sempre havia considerado errados os atos praticados por aquele povo, agora trazidos à atenção por Jesus. Logo, tratava-se de um relacionamento cem por cento (100% ) educativo tanto para os humanos que fizeram a história como para toda a humanidade imperfeita.
De
Jeová só provém perfeita imparcialidade,
perfeita eqüidade e perfeita justiça. Assim nos revela a
Bíblia a imensurável personalidade de Jeová.
O que Jesus ensinou
destaca a personalidade de Jeová. Ele nos ensinou a verdade a
respeito do nosso Criador e Pai.
João
18:37 37
Portanto, Pilatos disse-lhe: “Pois bem, és tu rei?”
Jesus respondeu: “Tu mesmo estás dizendo que eu sou rei.
Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da
verdade.
Todo aquele que está do lado da verdade escuta a minha voz.
Entre algumas das verdades ensinadas por Jesus que contrariavam o estabelecido até então, (odiavam e matavam seus inimigos) se encontra em
Entre algumas das verdades ensinadas por Jesus que contrariavam o estabelecido até então, (odiavam e matavam seus inimigos) se encontra em
Mateus
5:43-48: 43
“Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo
e odiar o teu inimigo.’ 44 No
entanto, eu vos digo:
Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem;
45 para
que mostreis ser filhos
de
vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu
sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre
justos e sobre injustos. 46 Pois, se amardes aos que vos amam, que
recompensa tendes? Não fazem também a mesma coisa os
cobradores de impostos? 47 E, se cumprimentardes somente os vossos
irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem
também a mesma coisa as pessoas das nações? 48
Concordemente, tendes de ser perfeitos, assim
como o
vosso Pai celestial é perfeito.
Jeová continua a
amar os seus inimigos. Ele
é o exemplo perfeito a ser seguido.Passamos
a entender então o sentimento de Jeová quanto à
punição de Moabe, nas palavras assim faladas pelo
próprio Criador e retransmitidas por Jeremias.
Jeremias
48:36 36
Por isso é que o MEU próprio coração
ficará turbulento pelo próprio Moabe, igual a flautas;
e MEU próprio coração ficará
turbulento PELOS HOMENS de Quir-Heres, igual a flautas. Por isso é
que certamente perecerá a própria abundância que
ele produziu.
Já era difícil amar seus chamados irmãos judeus. Tinham agora de Amar àqueles que eles (judeus) tinham o prazer de enfiar uma espada, aqueles que riam da condição deles, que os fustigavam, que tentavam competir com eles, que os desprezavam e que sempre foram seus vizinhos inimigos e que sempre estavam em lutas, aqueles dos quais os judeus tinham fome de vingança, além obviamente, dos Samaritanos, dos cobradores de impostos e daqueles romanos que agora os estavam tiranizando? Era isso mesmo. Nem mesmo uma espada para defesa própria eles podia carregar? Era isso mesmo.Jesus estava ensinando algo inédito para eles. Este NOVO ensinamento lhes revelava quão longe, muito, muito longe sempre estiveram e ainda estavam do padrão, daquilo que o Criador realmente esperava deles. O próprio Criador é o modelo perfeito a ser imitado. Não se tratava de um novo padrão, mas, o real padrão perfeito do Criador perfeito, para o humano perfeito. Este padrão original estava sendo revelado ao imperfeito, passo a passo.
A quantos destes rotulados de “inimigos”, seus antepassados haviam matado com as próprias mãos e se vangloriado disso, fazendo disso inspiração para algumas se suas canções? E quando o próprio Jeová tirava a vida destes iníquos inimigos, não se alegravam grandemente? Entre um dos pontos que constaram como justiça praticada por Jó está este:
Já era difícil amar seus chamados irmãos judeus. Tinham agora de Amar àqueles que eles (judeus) tinham o prazer de enfiar uma espada, aqueles que riam da condição deles, que os fustigavam, que tentavam competir com eles, que os desprezavam e que sempre foram seus vizinhos inimigos e que sempre estavam em lutas, aqueles dos quais os judeus tinham fome de vingança, além obviamente, dos Samaritanos, dos cobradores de impostos e daqueles romanos que agora os estavam tiranizando? Era isso mesmo. Nem mesmo uma espada para defesa própria eles podia carregar? Era isso mesmo.Jesus estava ensinando algo inédito para eles. Este NOVO ensinamento lhes revelava quão longe, muito, muito longe sempre estiveram e ainda estavam do padrão, daquilo que o Criador realmente esperava deles. O próprio Criador é o modelo perfeito a ser imitado. Não se tratava de um novo padrão, mas, o real padrão perfeito do Criador perfeito, para o humano perfeito. Este padrão original estava sendo revelado ao imperfeito, passo a passo.
A quantos destes rotulados de “inimigos”, seus antepassados haviam matado com as próprias mãos e se vangloriado disso, fazendo disso inspiração para algumas se suas canções? E quando o próprio Jeová tirava a vida destes iníquos inimigos, não se alegravam grandemente? Entre um dos pontos que constaram como justiça praticada por Jó está este:
(Jó
31:29-30) 29
Se eu costumava alegrar-me com a extinção daquele que
me odiava intensamente, Ou se fiquei agitado porque o atingiu o mal —
30 E não permiti que o meu palato pecasse
,
Pedindo uma imprecação contra a sua alma.
Ainda outra verdade
ensinada por Jesus que revela o alto padrão que Jeová
esperava deles está registrada em
Mateus
5:21,22 21
“Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não
deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá
de prestar contas ao tribunal de justiça.’ 22 No
entanto, digo-vos
que
todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de
prestar contas ao tribunal de justiça; mas, quem se dirigir a
seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo terá
de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser:
‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à
Geena ardente.
Só o fato de
continuar furioso já equivalia ao ato de assassinar.
Demonstrar a fúria através de palavras ou menosprezar
através de palavras, equivalia a um pecado tido como
gravíssimo. Realmente estavam muito, muito longe do projetado
e “esperado pelo Criador”.Arrogantemente
não menosprezavam os
Samaritanos, além de outros povos como os Tírios e os
Sidônios?Quaisquer
sentimentos ou atitudes pessoais que colocassem em risco a vida eram
tão condenáveis quanto o ato de tirar a vida.
Através de suas
palavras, induzir outros a ficarem furiosos é tido como pecado
grave para Jeová e Jesus. O coração é o
ponto de partida. Somente um coração
iníquo é
capaz de produzir sentimentos que levam a cometer ou provocar um
assassinato.
Quanto ao adultério, Jesus também deixou claro que este também não precisava se materializar em ‘ato praticado’, para ser caracterizado em pecado para Jeová, aquele que lê as mentes e analisa os sentimentos, pois afirmou Jesus:
Quanto ao adultério, Jesus também deixou claro que este também não precisava se materializar em ‘ato praticado’, para ser caracterizado em pecado para Jeová, aquele que lê as mentes e analisa os sentimentos, pois afirmou Jesus:
Mateus
5:27,28 27
“Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer
adultério.’ 28 Mas eu vos digo que todo aquele que
persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por
ela, já
cometeu no
coração adultério com ela”.
Para o Criador, o ponto
de verificação do erro não está na
materialização do erro, mas na condição
do coração, a fonte do desejo do “eu”.
Neste caso ele já admitiu para si mesmo cometer tal violação,
faltando apenas uma oportunidade propícia para sua
concretização. Quando desaparecer o medo da punição
ou surgir a possibilidade de não ser punido, ele certamente
materializará o erro, satisfará a sua vontade (desejo).
A vontade passou a reinar sobre o “eu”. O “ato”
é fruto conseqüente de um coração
doente ,
é sua parte visível, tal qual a “ponta visível”
do iceberg sobre as águas do mar.
Em uma SENTENÇA antes do Dia de Julgamento, caso fosse aplicado nos judeus dos dias de Jesus e nos antepassados deles, o que determina em Revelação 21:8, que chance haveria para tais? Até mesmo Abraão, Jacó e Davi entre outros não seriam ressuscitados. Não são estes alguns dos atos praticados por homens iníquos e descritos em Revelação? O rei tinha tantas esposas quantas quisesse, vivia em adultério oficializado. Jeová, não estava levando em conta tais erros naquele momento. Para o Criador, que é SANTO e que não muda seu projeto original, projeto perfeito, e que não muda de personalidade, este era um mero relacionamento educativo. Ainda haverá muitas outras lições até alcançarem o ponto padrão original , o esperado pelo Projetista e Criador Perfeito, Jeová.O Criador nos projetou para sermos exatamente como Jesus. É o que Ele espera de nós.Sendo perfeitamente justo, o Projetista e Criador não levaria em conta o tempo de ignorância de todos os humanos imperfeitos, afinal, já nascem ignorantes e somente a informação vinda do Criador poderá tirá-los deste estado ignorante, e conseqüentemente, Ele usa de misericórdia, de benignidade imerecida para com todos os seus filhos imperfeitos. Não existe mérito humano neste relacionamento com o Criador.
Entre outras coisas, quem é o “próximo” a ser amado em cumprimento do 2º e último mandamento?
O próprio Jesus responde com uma ilustração perfeita.
Em uma SENTENÇA antes do Dia de Julgamento, caso fosse aplicado nos judeus dos dias de Jesus e nos antepassados deles, o que determina em Revelação 21:8, que chance haveria para tais? Até mesmo Abraão, Jacó e Davi entre outros não seriam ressuscitados. Não são estes alguns dos atos praticados por homens iníquos e descritos em Revelação? O rei tinha tantas esposas quantas quisesse, vivia em adultério oficializado. Jeová, não estava levando em conta tais erros naquele momento. Para o Criador, que é SANTO e que não muda seu projeto original, projeto perfeito, e que não muda de personalidade, este era um mero relacionamento educativo. Ainda haverá muitas outras lições até alcançarem o ponto padrão original , o esperado pelo Projetista e Criador Perfeito, Jeová.O Criador nos projetou para sermos exatamente como Jesus. É o que Ele espera de nós.Sendo perfeitamente justo, o Projetista e Criador não levaria em conta o tempo de ignorância de todos os humanos imperfeitos, afinal, já nascem ignorantes e somente a informação vinda do Criador poderá tirá-los deste estado ignorante, e conseqüentemente, Ele usa de misericórdia, de benignidade imerecida para com todos os seus filhos imperfeitos. Não existe mérito humano neste relacionamento com o Criador.
Entre outras coisas, quem é o “próximo” a ser amado em cumprimento do 2º e último mandamento?
O próprio Jesus responde com uma ilustração perfeita.
(Lucas
10: 25-37)
25
Então, eis que se levantou certo homem versado na Lei, para
prová-lo, e disse: “Instrutor, por fazer o que hei de
herdar a vida eterna?” 26 Ele lhe disse: “O que está
escrito na Lei? Como é que lês?” 27 Em resposta,
disse: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o
teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua
força, e de toda a tua mente’, e, ‘o teu próximo
como a ti mesmo’.” 28 Ele lhe disse: “Respondeste
corretamente; ‘persiste em fazer isso ás a vida’.”
29 Mas, querendo mostrar-se justo, o homem disse a Jesus: “Quem é realmente o meu próximo?” 30 Em resposta, Jesus disse: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu entre salteadores, que tanto o despojaram como lhe infligiram golpes, e foram embora, deixando-o semimorto. 31 Ora, por coincidência, certo SACERDOTE descia por aquela estrada, mas, quando o viu, passou pelo lado oposto. 32 Do mesmo modo também um LEVITA, quando, descendo, chegou ao lugar e o viu, passou pelo lado oposto. 33 Mas, certo SAMARITANO, viajando pela estrada, veio encontrá-lo, e, vendo-o, teve pena. 34 De modo que se aproximou dele e lhe atou as feridas, derramando nelas azeite e vinho. Depois o pôs no seu próprio animal e o trouxe a uma hospedaria, e tomou conta dele. 35 E no dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: ‘Toma conta dele, e tudo o que gastares além disso, eu te pagarei de volta ao retornar para cá.’ 36 Qual destes três te parece ter-se feito próximo do homem que caiu entre os salteadores?” 37 Ele disse: “Aquele que AGIU MISERICORDIOSAMENTE para com ele.” Jesus disse-lhe então: “Vai e faze tu o mesmo.”
No sacerdote e no levita, ADORADORES DE JEOVÁ e prestadores de serviço sagrado no templo, faltou a sensibilidade existente naquele "iníquo samaritano". Era assim (iníquo samaritano) que tais judeus viam os samaritanos. QUE SITUAÇÃO VERGONHOSA.
O perfeito Jesus deixou bem claro que: “Próximo é todo e qualquer ser humano no planeta, irmão ou não, conhecido ou não, que se faça seu amigo ou não”. Você pode até não querer vê-lo como um, o erro está em você, mas, ele é seu próximo. E você tem a obrigação por lei de amá-lo tanto quanto ama a si mesmo. Amar é preocupar-se e cuidar dele, “tomar a iniciativa de”, assim como se cuida do próprio corpo e do próprio “eu”.
Jesus nos incentiva a aumentar a sensibilidade.
Se você amar seu irmão (judeu amando judeu), não fazes nada de extraordinário. Aquele que não é ensinado por Jeová também faz desta forma. É o mínimo que você pode fazer. Seja perfeito e ame seu inimigo, aquele que quer matá-lo, pois esse também é seu próximo, disse Jesus e forneceu um modelo humano perfeito , modelo este, inspirado no modelo fornecido por seu Pai. Mateus 5:43-48.
29 Mas, querendo mostrar-se justo, o homem disse a Jesus: “Quem é realmente o meu próximo?” 30 Em resposta, Jesus disse: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu entre salteadores, que tanto o despojaram como lhe infligiram golpes, e foram embora, deixando-o semimorto. 31 Ora, por coincidência, certo SACERDOTE descia por aquela estrada, mas, quando o viu, passou pelo lado oposto. 32 Do mesmo modo também um LEVITA, quando, descendo, chegou ao lugar e o viu, passou pelo lado oposto. 33 Mas, certo SAMARITANO, viajando pela estrada, veio encontrá-lo, e, vendo-o, teve pena. 34 De modo que se aproximou dele e lhe atou as feridas, derramando nelas azeite e vinho. Depois o pôs no seu próprio animal e o trouxe a uma hospedaria, e tomou conta dele. 35 E no dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: ‘Toma conta dele, e tudo o que gastares além disso, eu te pagarei de volta ao retornar para cá.’ 36 Qual destes três te parece ter-se feito próximo do homem que caiu entre os salteadores?” 37 Ele disse: “Aquele que AGIU MISERICORDIOSAMENTE para com ele.” Jesus disse-lhe então: “Vai e faze tu o mesmo.”
No sacerdote e no levita, ADORADORES DE JEOVÁ e prestadores de serviço sagrado no templo, faltou a sensibilidade existente naquele "iníquo samaritano". Era assim (iníquo samaritano) que tais judeus viam os samaritanos. QUE SITUAÇÃO VERGONHOSA.
O perfeito Jesus deixou bem claro que: “Próximo é todo e qualquer ser humano no planeta, irmão ou não, conhecido ou não, que se faça seu amigo ou não”. Você pode até não querer vê-lo como um, o erro está em você, mas, ele é seu próximo. E você tem a obrigação por lei de amá-lo tanto quanto ama a si mesmo. Amar é preocupar-se e cuidar dele, “tomar a iniciativa de”, assim como se cuida do próprio corpo e do próprio “eu”.
Jesus nos incentiva a aumentar a sensibilidade.
Se você amar seu irmão (judeu amando judeu), não fazes nada de extraordinário. Aquele que não é ensinado por Jeová também faz desta forma. É o mínimo que você pode fazer. Seja perfeito e ame seu inimigo, aquele que quer matá-lo, pois esse também é seu próximo, disse Jesus e forneceu um modelo humano perfeito , modelo este, inspirado no modelo fornecido por seu Pai. Mateus 5:43-48.
O
coração iníquo é
capaz de amar seus irmãos e amigos e ao mesmo tempo
menosprezar, ser indiferente, odiar, matar ou desejar a morte de seus
inimigos, enquanto que o
bom coração É
INCAPAZ de
menosprezar, ser
indiferente ,
desejar o mal ou odiar; ele só produz amor, tanto para amigos,
assim como para os supostos inimigos.
Estavam muito, muito, muito longe do padrão perfeito estipulado pelo Criador, aquele obrigatório para conquistar a condição de plenamente confiável, a condição ideal para ser chamado de "filho".
Estavam muito, muito, muito longe do padrão perfeito estipulado pelo Criador, aquele obrigatório para conquistar a condição de plenamente confiável, a condição ideal para ser chamado de "filho".
Admitiu
Jesus, um ser perfeito, uma mente muitíssimo superior a de
qualquer humano imperfeito, esta diferença de julgamento e
tratamento entre pecadores, privilegiando uns em detrimento de
outros, dois pesos e duas medidas?
Antes, tudo o que Jesus
praticou e ensinou glorificam a Jeová.
Estão os de Sodoma e Gomorra definitivamente julgados e foram eles condenados à inexistência eterna?
As palavras de nosso Instrutor e Juiz, Jesus Cristo foram:Mateus10:11-15 “Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai nela quem é merecedor, e ficai ali até partirdes. 12 Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; 13 e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. 14 Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés. 15 Deveras, eu vos digo: No Dia do Juízo SERÁ MAIS SUPORTAVEL PARA a terra de Sodoma e Gomorra do que para essa cidade.
Estão os de Sodoma e Gomorra definitivamente julgados e foram eles condenados à inexistência eterna?
As palavras de nosso Instrutor e Juiz, Jesus Cristo foram:Mateus10:11-15 “Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai nela quem é merecedor, e ficai ali até partirdes. 12 Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; 13 e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. 14 Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés. 15 Deveras, eu vos digo: No Dia do Juízo SERÁ MAIS SUPORTAVEL PARA a terra de Sodoma e Gomorra do que para essa cidade.
Mateus11:20-24
Principiou
então a censurar as cidades nas quais se realizaram a maioria
das suas obras poderosas, porque não se arrependeram: 21 “Ai
de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! PORQUE
se
tivessem ocorrido em Tiro e Sídon as obras poderosas que
ocorreram em vós, há muito se teriam arrependido em
saco e cinzas. 22 Conseqüentemente, eu vos digo: No Dia do
Juízo SERÁ
MAIS SUPORTÁVEL PARA
Tiro
e Sídon do que para vós. 23 E tu, Cafarnaum,
serás por acaso enaltecida ao céu? Até
o Hades descerás;
PORQUE,
se as obras poderosas que ocorreram em ti tivessem ocorrido em
Sodoma, ELA
TERIA permanecido
até o dia de hoje. 24 Conseqüentemente, eu
vos digo:
No Dia do Juízo SERÁ
mais
suportável para a terra de Sodoma do que para ti.”
Mateus12:41-42
“Homens
de Nínive”
SE
LEVANTARÃO no
julgamento “COM
ESTA GERAÇÃO”
e
a
condenarão; PORQUE
eles
se arrependeram com o que Jonas pregou, mas, eis que algo maior do
que Jonas está aqui. 42 A
“rainha do sul” SERÁ
LEVANTADA no
julgamento “COM
ESTA GERAÇÃO”
e
a
condenará; PORQUE
ela
veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão,
mas, eis que algo maior do que Salomão está aqui.
Veja também Lucas 10:12-14;11:29-32.
Veja também Lucas 10:12-14;11:29-32.
Hipérbole ou
Profecia?
HIPÉRBOLE - o que revela sobre a personalidade do Criador e do seu Filho? Parcialidade.
PROFECIA - o que revela sobre a personalidade do Criador e do seu Filho? Justiça perfeita e indescritível sabedoria.
Por que o próprio Jesus afirma que iníquos de Sodoma, Tiro e Sídon, e Nínive se sentiriam mais justos do que o povo pactuado com Jeová (geração que o rejeitou e o matou), sendo mais tolerável para tais iníquos do que para o povo pactuado, lá no futuro Dia do Juízo?
Todos teriam de estar presentes e vivos naquele futuro Dia do Juízo para que isso ocorresse.
Segundo o próprio Jesus, o que representou para aquela geração de iníquos rejeitar a mensagem do Reino pregada pelo próprio Jesus? João 12:47-49 47 Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, EU NÃO O JULGO; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo. 48 Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. “A palavra” que eu tenho falado é que “O JULGARÁ ” no último dia;
HIPÉRBOLE - o que revela sobre a personalidade do Criador e do seu Filho? Parcialidade.
PROFECIA - o que revela sobre a personalidade do Criador e do seu Filho? Justiça perfeita e indescritível sabedoria.
Por que o próprio Jesus afirma que iníquos de Sodoma, Tiro e Sídon, e Nínive se sentiriam mais justos do que o povo pactuado com Jeová (geração que o rejeitou e o matou), sendo mais tolerável para tais iníquos do que para o povo pactuado, lá no futuro Dia do Juízo?
Todos teriam de estar presentes e vivos naquele futuro Dia do Juízo para que isso ocorresse.
Segundo o próprio Jesus, o que representou para aquela geração de iníquos rejeitar a mensagem do Reino pregada pelo próprio Jesus? João 12:47-49 47 Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, EU NÃO O JULGO; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo. 48 Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. “A palavra” que eu tenho falado é que “O JULGARÁ ” no último dia;
Seria “último dia” o último dia da vida das pessoas daquela geração? Não poderia ser, pois representaria um definitivo julgamento e as palavras faladas por Jesus deixariam de ter sentido lógico em harmonia com a verdade.
Após esta declaração simples e objetiva do próprio Jesus (o Rei e Juiz) quanto àquele que o desconsiderasse e não recebesse suas declarações, analisemos o que representaria a existência de uma hipérbole em Mateus 10:15.
Hipérbole é o processo que consiste em exagerar a expressão para produzir forte impressão. Que forte impressão sobre as personalidades de Jeová e de Jesus, causaria uma hipérbole?
“Se
Jeová puniu os iníquos de Sodoma com a Geena
(inexistência definitiva) sem aviso antecipado, imaginem qual
será o julgamento de vocês por não me ouvirem ou
não ouvirem meus discípulos!” (tantas obras foram
feitas). “Se Sodoma e Gomorra foram condenadas à Geena
(inexistência definitiva), imaginem a condenação
de vocês por não me ouvirem. Vocês por não
me ouvirem ou não ouvirem os meus discípulos, estão
condenados à Geena.” “Vejam que oportunidade vocês
estão perdendo: Embora Sodoma e Gomorra tenham sido condenadas
à Geena (inexistência definitiva) por meu Pai, se elas
tivessem tido a mesma oportunidade que vocês, existiriam até
hoje.” Foi isto o que Jesus falou? Foi este o sentido? Seria
este um “sentido” perfeito em justiça e em amor? O
que tais expressões revelariam sobre as personalidades de
Jeová e de Jesus?"Eles
teriam se arrependido, mas assim mesmo foram definitivamente mortos".
Assim como no caso de Jó, devemos pronunciar a Jeová
iníquo, somente para termos razão? Jó 40:8
Jesus dizia simplesmente: Esta geração é mais iníqua, é pior que Sodoma, exatamente como já havia acontecido com a geração de 607 AEC. Rearfirmou Jesus: esta geração é pior do que Tiro, pior do que Sídom. Certamente, esta verdade era algo muito vergonhoso para o povo ensinado, o único ensinado diretamente por Jeová. Sodoma, Tiro, Sídom e outros são mais justas que Jerusalém. Quanta vergonha!!
Jesus dizia simplesmente: Esta geração é mais iníqua, é pior que Sodoma, exatamente como já havia acontecido com a geração de 607 AEC. Rearfirmou Jesus: esta geração é pior do que Tiro, pior do que Sídom. Certamente, esta verdade era algo muito vergonhoso para o povo ensinado, o único ensinado diretamente por Jeová. Sodoma, Tiro, Sídom e outros são mais justas que Jerusalém. Quanta vergonha!!
Para a geração
de 607, o provável ano da destruição de
Jerusalém e do templo, estas foram as palavras saídas
da boca de Jeová: (Ezequiel
3:4-9) 4 E ele continuou a dizer-me: “Filho do homem, vai,
entra no meio da casa de Israel, e tens de falar-lhes com as minhas
palavras. 5 Pois não estás sendo enviado a um povo
de idioma incompreensível ou de língua pesada, [mas] à
casa de Israel, 6 não a numerosos povos de idioma
incompreensível ou de língua pesada, cujas palavras não
possas ouvir [com entendimento]. Se
eu te tivesse enviado a tais,
seriam
eles os que te escutariam. 7 Mas,
quanto à casa de Israel,
não vão querer escutar-te, pois não querem
escutar a mim; porque todos os da casa de Israel são de cabeça
dura e de coração duro. 8 Eis que fiz a tua face
tão dura como as faces deles e a tua testa tão dura
como as testas deles. 9 Igual ao diamante, mais dura do que a
pederneira fiz a tua testa. Não deves ter medo deles e não
deves ficar aterrorizado diante das suas faces, porque são uma
casa rebelde.”
Era uma repetição
exata daquilo que Jeová havia falado ao porta-voz Ezequiel. Os
povos que eles consideram como muito iníquos escutariam as
palavras de Jeová. Jeová providenciou um exemplo
prático. Nínive foi o exemplo do que Jeová
falou, para provar que não era um exagero de Jeová.
Havendo uma hipérbole
(exageração em relação a algo) quanto aos
que rejeitassem a mensagem do Reino pregada por Jesus (condição),
principalmente em face de Jesus ser o Filho, o Cordeiro, o Rei e por
rejeitarem seus discípulos como representantes, (a importância
de Jesus no cenário universal) por que então se daria
uma ressurreição desta geração que viu e
ouviu Jesus, se já estavam condenados à Geena assim
como Sodoma e Gomorra? Condenados à Geena (inexistência
definitiva) serão ressuscitados? Ressuscitados para que? Para
serem condenados de novo? Não pode ser, pois é regra
(entende-se) que os condenados à Geena não serão
ressuscitados. Se
já estavam
definitivamente julgados e condenados à inexistência
eterna (assim como Sodoma), Jesus
mentiu ao
afirmar que “esta geração” (judeus) SERÁ
LEVANTADA. E quando Jesus “afirma” que “se”
eles (Sodoma e Gomorra) tivessem tido a mesma oportunidade concedida
aos judeus de ver e ouvir, teriam permanecido até o dia de
hoje, classifica a suposta condenação à Geena
(inexistência definitiva) feita por seu Pai, como
injusta e parcial,
exatamente por não se ter dado a estes a devida OPORTUNIDADE E
ACESSO ao conhecimento que conduz a vida?
No caso de ser uma hipérbole o registrado em Mateus 10:15, existiria um CONFRONTO DIRETO com as palavras de Mateus 10:41, onde o próprio Jesus afirma que aquela geração iníqua e adúltera SERÁ LEVANTADA no Dia de Julgamento e confronto direto com sua afirmação em João 12:47-49.
O que Jesus falou em Mateus 10:11-15 está em plena harmonia, não contradiz ao que ele mesmo falou em João 12:47-49. Em ambas as afirmações, o Filho sábio e perfeito, aquele que nunca erra, afirma que o “julgamento” dos que ouvem, mas não acatam ou guardam, e de todos os demais imperfeitos se dará no ÚLTIMO DIA , o Dia de Julgamento. O Filho perfeito, aquele que nunca erra, não condenou os seus ouvintes; além disso, ele instruiu seus seguidores a fazerem o mesmo. Ele disse que deveriam APENAS sacudir o pó dos seus próprios pés, SEM SE IMPORTAR com a reação ignorantemente contrária dos ouvintes. Disse-lhes ainda: “volte a vós a vossa paz”, em outras palavras: “não fiquem irritados com isso”, “permaneçam em paz”; afinal, eles se levantarão no último dia e se envergonharão disso . Eles aprenderão suas lições mais tarde, no futuro.
Eram os discípulos maiores e melhores do que Jesus? Jesus responde em João 15:20 ao dizer que “o escravo não é maior que seu Senhor”.
No caso de ser uma hipérbole o registrado em Mateus 10:15, existiria um CONFRONTO DIRETO com as palavras de Mateus 10:41, onde o próprio Jesus afirma que aquela geração iníqua e adúltera SERÁ LEVANTADA no Dia de Julgamento e confronto direto com sua afirmação em João 12:47-49.
O que Jesus falou em Mateus 10:11-15 está em plena harmonia, não contradiz ao que ele mesmo falou em João 12:47-49. Em ambas as afirmações, o Filho sábio e perfeito, aquele que nunca erra, afirma que o “julgamento” dos que ouvem, mas não acatam ou guardam, e de todos os demais imperfeitos se dará no ÚLTIMO DIA , o Dia de Julgamento. O Filho perfeito, aquele que nunca erra, não condenou os seus ouvintes; além disso, ele instruiu seus seguidores a fazerem o mesmo. Ele disse que deveriam APENAS sacudir o pó dos seus próprios pés, SEM SE IMPORTAR com a reação ignorantemente contrária dos ouvintes. Disse-lhes ainda: “volte a vós a vossa paz”, em outras palavras: “não fiquem irritados com isso”, “permaneçam em paz”; afinal, eles se levantarão no último dia e se envergonharão disso . Eles aprenderão suas lições mais tarde, no futuro.
Eram os discípulos maiores e melhores do que Jesus? Jesus responde em João 15:20 ao dizer que “o escravo não é maior que seu Senhor”.
Os apóstolos
João e Tiago ficaram furiosos com uma aldeia de Samaritanos ao
ponto de perguntar a Jesus: (Lucas
9:53-56) . . .. 54 Vendo isso os discípulos
Tiago e João, disseram: “Senhor,
queres que mandemos que desça fogo do céu e os
aniquile?”
55 Mas ele se voltou e os censurou. 56 Foram assim a uma
aldeia diferente.
Quanto amor já demonstravam os apóstolos pelos que não queriam dar atenção!
A ordem de Jesus era que eles simplesmente sacudissem o pó dos próprios pés e que permanecessem em paz. "Volte a vós a vossa paz" - Se eles estavam levando a paz, como poderiam querer a morte de quem simplesmente não quis ouvir?? Neste caso, eles não estavam levando a paz.
Quanto amor já demonstravam os apóstolos pelos que não queriam dar atenção!
A ordem de Jesus era que eles simplesmente sacudissem o pó dos próprios pés e que permanecessem em paz. "Volte a vós a vossa paz" - Se eles estavam levando a paz, como poderiam querer a morte de quem simplesmente não quis ouvir?? Neste caso, eles não estavam levando a paz.
Assim, as palavras
saídas da boca de Jesus revelam a situação
crítica daquela geração. Assim falou
Jesus: (João
15:24-25) 24 SE
EU NÃO TIVESSE FEITO ENTRE ELES AS OBRAS QUE NINGUÉM
MAIS FEZ, NÃO TERIAM PECADO;
mas agora eles têm visto e têm odiado tanto a mim como a
meu Pai. 25 Mas,
É
PARA QUE SE CUMPRA A PALAVRA
escrita
na Lei deles: ‘Odiaram-me sem causa.’
A geração
dos dias do porta-voz Ezequiel também não queria ouvir
a Jeová. Livre de qualquer exagero, as palavras saídas
da boca de Jeová foram: (Ezequiel
3:4-7) 4 E
ele continuou a dizer-me: "Filho do homem, vai, entra no meio da
casa de Israel, e tens de falar-lhes com as minhas palavras. 5 Pois
NÃO
ESTÁS SENDO ENVIADO A UM POVO DE IDIOMA INCOMPREENSÍVEL
ou de
língua pesada, [mas] à casa de Israel, 6 não
a numerosos povos de idioma incompreensível ou de língua
pesada, cujas palavras não possas ouvir [com entendimento]. SE
EU TE TIVESSE ENVIADO A TAIS, SERIAM ELES OS QUE TE ESCUTARIAM
7 Mas,
quanto à casa de Israel, não vão querer
escutar-te, pois não querem escutar a mim; porque todos os da
casa de Israel são de cabeça dura e de coração
duro.
A confirmação
das palavras de Jeová e prova da inexistência de
hipérbole ou exagero da parte de Jeová, ocorreu
exatamente no caso de Jonas e a cidade de Nínive.
O sábio e
perfeito Jesus explicou o motivo de ser mais suportável para
Sodoma e Gomorra no futuro Dia de Juízo ao afirmar: “se
as OBRAS poderosas que ocorreram em ti tivessem ocorrido em Sodoma,
ela teria permanecido até o dia de hoje”.
E adicionalmente, em outras palavras: como conseqüência de
terem sido realizadas tantas obras poderosas entre vós, e
vocês não terem acreditado, será menos suportável
para vós do que para Sodoma e Gomorra, lá no futuro Dia
do Juízo, e eles cobrarão isso de vocês ao serem
ressuscitados juntos. Não foram realizadas estas obras em
Sodoma, mas as obras eram extremamente importantes. Com
certeza argüirão:
Como é que vocês não creram, apesar de tantas
realizações? Compare com Ezequiel 16:51,52. A vergonha
e a humilhação fica para o povo que apesar de ser
escolhido, ensinado e amado por Jeová, provou ser pior
que todos os não ensinados.
48
Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações,
tem quem o julgue. Quem
é este que julga este ato de desconsideração?
Jesus responde em Mateus 12:41,42 que iníquos Ninivitas e a
rainha do sul estariam entre estes que julgariam e condenariam tal
atitude. Um momento muito vergonhoso e humilhante para o "povo
escolhido". Suas iníquas ações recairiam
sobre suas próprias cabeças.
Desta forma, Jesus lhes
disse: Esta geração é pior que Sodoma. Esta
frase foi usada por Jeová contra a geração
de 607, geração da primeira destruição do
templo.
Quem é este que vive
acusando, julgando e condenando os humanos por etes falharem em
obedecer a Jeová? Vejamos a resposta: (Zacarias
3:1-2) 3 E ele passou a mostrar-me Josué, o sumo sacerdote, de
pé perante o anjo de Jeová, e Satanás de pé
à sua direita para se lhe opor. 2 [O
anjo de] Jeová disse então a Satanás: "Jeová
te censure, ó Satanás, sim, censure-te Jeová,
aquele que escolhe Jerusalém! Não é este um
tição arrancado do fogo?"
Depois da punição
por tantos erros (o mais iníquo dos povos) e mesmo naquele
estado deplorável, era Jeová quem ainda escolhia
Jerusalém. O estado deplorável é assim
retratado: (Zacarias
3:3-5) 3 Ora,
quanto a Josué, aconteceu que
estava vestido de vestes imundas
e estava
de pé perante o anjo. 4 Então
ele respondeu e disse aos que estavam de pé perante ele:
"Removei
dele as vestes imundas."
E prosseguiu, dizendo-lhe: "Vê, fiz que passasse de ti o
teu erro, e és vestido de trajes de gala." 5 Então
eu disse: "Ponha-se-lhe um turbante limpo na cabeça."
E
eles passaram a
pôr-lhe o turbante limpo na cabeça e a trajá-lo
de vestes; e o anjo de Jeová estava de pé ali.
Realmente, não
havia mérito pessoal daquele que foi escolhido.
Aquele que acusa dia e noite os
imperfeitos humanos, exaltando suas falhas e condição
lastimável também é mencionado em Revelação:
(Revelação
12:10) 10 E
ouvi uma voz alta no céu dizer: "Agora se realizou a
salvação, e o poder, e o reino de nosso Deus, e a
autoridade do seu Cristo, porque foi lançado para baixo o
acusador dos
nossos irmãos, o
qual os acusa dia e noite
perante
o nosso Deus!
Estes outros também
venceram, não por méritos próprios. Assim foi
dito: (Revelação
12:11) 11 E
eles o venceram por causa do sangue do Cordeiro
e por
causa da palavra do seu testemunho, e não amaram as suas
almas, nem mesmo ao encararem a morte.
Enquanto “punição”
(inclusive com a morte) é um ato disciplinador e educativo
tanto para o recebedor quanto para o observador, e sempre,
“amorosamente objetiva” a recuperação e
evolução espiritual de ambos, o “julgamento”
adverso é um ato final e definitivo para aquele que está
além de recuperação. É
assim que nós iníquos agimos com nossos ignorantes
filhos?
Se o que há, é mérito pessoal, como suportar um julgamento definitivo?
Se o que há, é mérito pessoal, como suportar um julgamento definitivo?
Alguém condenado
a Geena (inexistência definitiva) por Jeová,
supostamente seria alguém em quem, embora haja pleno
conhecimento,
entendimento e discernimento, não há qualquer remota
chance de arrependimento, sendo aquele que para Jeová está
além de recuperação, pois “nosso
Criador é perfeito em sua atuação, todos os seus
caminhos são justiça, Deus de fidelidade e sem
injustiça, justo e reto é ele”
. Deuteronômio 32:4.
Assim falou Jeová a respeito de si mesmo.
Estava Jesus afirmando o contrário de seu Justo Pai Amoroso? Buscando sempre atribuir glória a seu Pai celestial, é óbvio que o sábio e obediente Jesus não estava classificando como “injusto”, um definitivo julgamento à Geena feito por seu Pai, antes, confirmou Jesus que se tratava APENAS de um ato punitivo de seu Pai, quando afirmou que “ela teria permanecido até o dia de hoje”, ou seja, os iníquos de Sodoma estariam recuperados, (arrependimento aprovado pelo próprio Criador) caso tivessem a chance de ver os atos poderosos de Jeová (ter pelo menos o mesmo conhecimento tornado disponível para os judeus, conviver com Jeová, cuja personalidade é fantástica), como era o caso dos judeus, tendo assim, um tratamento isonômico, oportunidades iguais às oferecidas e usufruídas pelos judeus, e vocês (judeus) vão provar o que acabo de afirmar, lá no Dia do Juízo, quando eles (Sodoma e Gomorra) forem levantados, condenando vocês (geração que não deu atenção) exatamente por isso, disse Jesus. (Jesus não disse talvez)
Se estivesse no projeto do Criador utilizar os de Sodoma como “seu povo”, estes seriam recuperados. Da mesma forma, os ninivitas, iníquos elogiados, por terem sinalizado de forma positiva a uma simples advertência divina, deixou claro Jesus.
Nem o próprio Jesus, o Juiz, as estava julgando naquele tempo (geração iníqua), pois ele disse: “No Dia do Juízo...” e mais,..., “A palavra que eu tenho falado é que o julgará no Último Dia”. Foi alguém com maior conhecimento e autoridade, designado “juiz” no lugar de Jesus?
Jesus contrastou o “céu” com o “Hades”, não com a “Geena”. Em outras palavras assim falou Jesus: “Cafarnaum, até o Hades descerás, onde já está Sodoma, e no Dia de julgamento serás levantada junto com Sodoma e em desvantagem com relação a ela.” Com certeza os de Sodoma poderão perguntar: ‘afinal, depois de todo o acontecido, que desculpa vocês podem apresentar para não terem obedecido’?
Jesus apenas
confirmava que a geração de seus dias "também
" era mais iníqua
que Sodoma, era mais iníqua que Nínive, mais iníqua
que Tiro e mais iníqua que Sídom, "exatamente
como" a geração de 607 AEC havia sido.
Cafarnaum, por ouvir e
não obedecer às boas novas, apesar dos potentes sinais,
desceria ao Hades ou Seol, não receberia a morte eterna como
recompensa por rejeitar o próprio Jesus. Esta
afirmação de Jesus, que aquela geração de
judeus iníquos iria para o Seol, é paralela, em gênero,
número e grau, com a afirmação do próprio
Criador, em relação àquela iníqua geração
de 607 A.E.C. Isaías
5:13-16
Embora
Cafarnaum fosse mais iníqua que Sodoma, assegurou Jesus que
esta iria para o Hades. Jesus
também chamou a atenção deles quanto ao valor do
que eles estavam rejeitando por mostrar sua certeza na reação
apreciativa de outros povos tidos por eles (aquela geração)
como condenados (iníquos ninivitas, Sofonias 2:13-15 - iníquos
de Tiro e de Sídon, Ezequiel 26:1 - 28:26, afinal, nestes se
cumpriram profecias condenatórias (julgamento definitivo?).
Entretanto, se esqueceram que neles (judeus) também se
cumpriram várias profecias condenatórias (julgamento
definitivo?), mas, queriam um julgamento neles, judeus, com um peso
mais leve. Jesus também lhes diz que “quando
ressuscitados, eles (aquela geração) conferirão
a veracidade dessas palavras proferidas”.
Por
serem o povo escolhido, ensinado e amado por Jeová,
podiam fazer iniqüidade pior que os demais povos "não
escolhidos" e receber um tratamento diferenciado,
desculpável, pelo fato de adorarem a Jeová por nome e
os outros povos não adorarem a Jeová??? O adorador de
Jeová tem certas regalias com Jeová???Por
quais motivos podemos nós imperfeitos, afirmar que Jeová
fez algo totalmente contrário a sua natureza perfeita, quando
seu próprio Filho perfeito afirmou claramente que Ele não
fez?
O perfeito Jesus afirmou claramente e diversas vezes que a geração que o ouviu e que viu os seus milagres, contudo, não se arrependeram e não obedeceram, será levantada no julgamento. Aqueles que ouviram e rejeitaram ao próprio Jesus, serão levantados, ainda terão a oportunidade de se arrependerem, foram para o Hades.
E tu Cafarnaum por não obedecerdes às boas novas pregadas por mim, agindo pior que Sodoma, até o Hades descerás, e no Dia do Juízo será mais suportável para Sodoma do que para ti, para a tua vergonha e humilhação. Sodoma é a irmã de Cafarnaum, e também é nossa irmã. Apesar de não haver qualquer mérito por parte desta geração iníqua, ela será levantada no Último Dia.
Jesus afirmou que tais iníquos imperfeitos ainda podem ser recuperados, e o que ele fala é sempre a verdade.
Qual a conseqüência por não ouvirem e não obedecerem a Jesus?
Todos serão confrontados com os seus próprios erros no Dia de Julgamento e serão induzidos à vergonha também pelo fato de terem sido amados apesar da sua grande iniquidade.
Quando levantados no Dia do Julgamento, sentirão o olhar e as palavras de julgamento adverso, exatamente daqueles que eles (judeus) até então viam e consideravam como lixo humano (os iníquos, os não adoradores de Jeová), os já definitivamente condenados e não merecedores de uma ressurreição.
Caso Jesus estivesse condenando à Geena (inexistência definitiva) os que não obedeceram ao que ele pregou, por que afirmou ele que aquela geração será levantada no julgamento? “Homens de Nínive SE LEVANTARÃO no julgamento COM ESTA GERAÇÃO e a condenarão; A rainha do sul SERÁ LEVANTADA no julgamento COM ESTA GERAÇÃO e a condenará.”
Esta “condenação” não se originará de Jesus, mas, de povos tidos pelos judeus, como povos iníquos, mas, com certeza estariam todos juntos no futuro.
Coerentemente, o que disse Jesus a seus acusadores que incluíam o Sumo Sacerdote Caifás, pouco antes de sua morte? Disse Jesus que em conseqüência daquela injustiça e desrespeito para com ele, o Filho de Deus, o Rei do Reino, o futuro Juiz, que em revide ou em justiça eles estavam condenados à Geena (morte permanente)?
As palavras de Jesus foram: Mateus 26:62-64. 62 Em vista disso, o sumo sacerdote levantou-se e disse-lhe: “Não tens nenhuma resposta? O que é que estes testificam contra ti?” 63 Mas Jesus ficou calado. O sumo sacerdote disse-lhe, por isso: “Pelo Deus vivente, eu te ponho sob juramento para nos dizeres se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” 64 Jesus disse-lhe: “Tu mesmo [o] disseste. “Contudo, eu vos digo: Doravante vereis o Filho do homem sentado à destra de poder e vindo nas nuvens do céu”.
Jesus lhe prometeu “uma futura humilhação natural de encarar a verdade e a ter de admitir que cometeu tantos erros e especialmente este contra o Filho de Deus”. “Quando” no futuro se cumprirão estas palavras?
O próprio Jesus nos diz o tempo em Mateus 24:29,30: 29 “Imediatamente depois da tribulação daqueles dias, o sol ficará escurecido, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e os poderes dos céus serão abalados. 30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se baterão então em lamento, e verão o Filho do homem vir nas nuvens do céu, com poder e grande glória.
Seria muito longe no futuro, quase dois mil anos após a afirmação profética. O julgamento se dará na Recriação, no dia de Julgamento.
Mateus
18:28 diz: 28
Jesus disse-lhes: “Deveras, eu vos digo: NA
RECRIAÇÃO,
quando o Filho do homem se
assentar no seu glorioso trono
,
vós, os que me seguistes, também estareis sentados em
doze tronos, julgando as doze tribos de Israel.
Ao expulsar um demônio,
iníquos judeus disseram que Jesus os expulsava por meio de
Belzebu. Quanta ofensa! Coerentemente, que tipo de condenação
lhes fez Jesus? Quando prestariam contas por tal blasfêmia? As
palavras de Jesus foram: Mateus
12:33-37 33
“Ou tornais a árvore excelente e seu fruto excelente, ou
tornais a árvore podre e seu fruto podre; pois é pelo
seu fruto que se conhece a árvore. 34 Descendência de
víboras, como podeis falar coisas boas quando sois iníquos?
Pois é da abundância do coração que a boca
fala. 35 O homem bom, do seu bom tesouro, envia coisas boas, ao passo
que o homem iníquo, do seu tesouro iníquo, envia coisas
iníquas. 36 Eu vos digo que de toda
declaração
sem proveito que os homens fizerem prestarão contas no
Dia do Juízo;
37 pois é pelas tuas palavras que serás declarado justo
e é pelas tuas palavras que serás condenado.”
Estavam produzindo os frutos próprios, esperados, de iníquos. A iniquidade era abundante em seus corações produzindo a blasfêmia.
Jesus lhes prometeu “uma futura humilhação natural de encarar a verdade além de terem que admitir que cometeram tantos erros contra o próprio Cristo”. O homem iníquo será ressuscitado e prestará contas de suas blasfêmias no Dia do Juízo . “Eu vos digo”, uma garantia dada por quem só fala a verdade.
Neste mesmo diálogo, Jesus classificou aquela geração dos seus dias de “iníqua e adúltera”, entretanto, afirmou que esta geração “iníqua e adúltera” será levantada junto com os homens de Nínive. Mateus 12:38-42
Estavam produzindo os frutos próprios, esperados, de iníquos. A iniquidade era abundante em seus corações produzindo a blasfêmia.
Jesus lhes prometeu “uma futura humilhação natural de encarar a verdade além de terem que admitir que cometeram tantos erros contra o próprio Cristo”. O homem iníquo será ressuscitado e prestará contas de suas blasfêmias no Dia do Juízo . “Eu vos digo”, uma garantia dada por quem só fala a verdade.
Neste mesmo diálogo, Jesus classificou aquela geração dos seus dias de “iníqua e adúltera”, entretanto, afirmou que esta geração “iníqua e adúltera” será levantada junto com os homens de Nínive. Mateus 12:38-42
PRESTARÃO
CONTAS NO
DIA
DO JUÍZO.
Como Jesus não profere mentiras, tais homens ímpios não foram condenados à inexistência eterna, pois, estes ainda “verão a Jesus” no Dia de Julgamento e “prestarão contas” no Dia do Juízo.
Que situação embaraçosa e humilhante para tais iníquos; em vez de condenados à inexistência pelo que fizeram, estavam condenados à exposição e humilhação diante da verdade, assim como Caim foi exposto. Um induzimento à vergonha, pois aprenderam as leis do Criador, viram a Jesus e seus milagres, mas, não acreditaram. Estão condenados a serem levantados para reconhecerem e admitirem seus terríveis erros. Logicamente, trata-se de humanos recuperáveis. Uma sábia lição estava em andamento.Que tratamento isonômico haveria, no caso destes que ouviram e viram serem levantados, enquanto os que não ouviram e nem viram não serem levantados?O que ensinou o perfeito, sábio e obediente Jesus? Que o Criador Jeová ama os seus filhos imperfeitos muito mais do que estes imperfeitos ingratos filhos possam supor, não levando em conta este período de ignorância deles.
Aquela geração de judeus havia se esquecido ou nunca estiveram apercebidos da sua real condição, o que eles eram realmente para Jeová, ou seja, a verdade de Jeová. Jesus estava lhes esclarecendo este assunto, com o conhecimento e a autoridade de Filho. Para Jeová, todos são apenas vítimas do mesmo mal, a imperfeição adicionada da ignorância e que todos terão o Dia do Juízo para prestarem conta. Seria o cumprimento de uma profecia já registrada anteriormente. Jesus confirmava uma anterior profecia.
Os judeus sabiam o que era errado, sabiam que praticar tais erros ofendia a Jeová, o Criador, Aquele que os tratava amorosamente e mesmo assim erraram. Quando foram punidos, sabiam quem os punia e o motivo das punições, e os sobreviventes demonstravam arrependimento e eram abençoados por Jeová e muitos erravam outras vezes quando esqueciam ou perdiam o medo.
Os judeus supervalorizavam sua posição e condição, em relação a outros humanos imperfeitos (competição egoísta), mas, Jesus lhes garantiu que eles (judeus) não eram tão especiais como eles pensavam que eram ou da forma que eles achavam que eram, pois os chamados por eles de iníquos seriam levantados junto com eles (judeus), e o pior para tais judeus egoístas, ao serem levantados, tais “iníquos” ainda condenariam estes judeus egoístas (iníquos), exatamente por estes judeus não terem aproveitado esta grandiosa oportunidade proporcionada pelo conhecimento e através da convivência direta com Jeová e Jesus. Até mesmo esta arrogância será cobrada deles. A verdade trará a humilhação, a vergonha; outra grande lição a ser aprendida.
Como Jesus não profere mentiras, tais homens ímpios não foram condenados à inexistência eterna, pois, estes ainda “verão a Jesus” no Dia de Julgamento e “prestarão contas” no Dia do Juízo.
Que situação embaraçosa e humilhante para tais iníquos; em vez de condenados à inexistência pelo que fizeram, estavam condenados à exposição e humilhação diante da verdade, assim como Caim foi exposto. Um induzimento à vergonha, pois aprenderam as leis do Criador, viram a Jesus e seus milagres, mas, não acreditaram. Estão condenados a serem levantados para reconhecerem e admitirem seus terríveis erros. Logicamente, trata-se de humanos recuperáveis. Uma sábia lição estava em andamento.Que tratamento isonômico haveria, no caso destes que ouviram e viram serem levantados, enquanto os que não ouviram e nem viram não serem levantados?O que ensinou o perfeito, sábio e obediente Jesus? Que o Criador Jeová ama os seus filhos imperfeitos muito mais do que estes imperfeitos ingratos filhos possam supor, não levando em conta este período de ignorância deles.
Aquela geração de judeus havia se esquecido ou nunca estiveram apercebidos da sua real condição, o que eles eram realmente para Jeová, ou seja, a verdade de Jeová. Jesus estava lhes esclarecendo este assunto, com o conhecimento e a autoridade de Filho. Para Jeová, todos são apenas vítimas do mesmo mal, a imperfeição adicionada da ignorância e que todos terão o Dia do Juízo para prestarem conta. Seria o cumprimento de uma profecia já registrada anteriormente. Jesus confirmava uma anterior profecia.
Os judeus sabiam o que era errado, sabiam que praticar tais erros ofendia a Jeová, o Criador, Aquele que os tratava amorosamente e mesmo assim erraram. Quando foram punidos, sabiam quem os punia e o motivo das punições, e os sobreviventes demonstravam arrependimento e eram abençoados por Jeová e muitos erravam outras vezes quando esqueciam ou perdiam o medo.
Os judeus supervalorizavam sua posição e condição, em relação a outros humanos imperfeitos (competição egoísta), mas, Jesus lhes garantiu que eles (judeus) não eram tão especiais como eles pensavam que eram ou da forma que eles achavam que eram, pois os chamados por eles de iníquos seriam levantados junto com eles (judeus), e o pior para tais judeus egoístas, ao serem levantados, tais “iníquos” ainda condenariam estes judeus egoístas (iníquos), exatamente por estes judeus não terem aproveitado esta grandiosa oportunidade proporcionada pelo conhecimento e através da convivência direta com Jeová e Jesus. Até mesmo esta arrogância será cobrada deles. A verdade trará a humilhação, a vergonha; outra grande lição a ser aprendida.
Quem
são “os crassos pecadores responsáveis por seus
atos iníquos e, passíveis de pesado julgamento”?
Todos os atos ímpios
(Romanos 1:18-23) praticados pelos homens ímpios (crassos
pecadores), foram também praticados pelo povo escolhido por
Deus, escolhido para cumprir um objetivo específico e
temporário até a vinda do descendente, e muito além
no futuro (foi Jeová quem os escolheu como povo, não
foi o povo que escolheu a Jeová para seu Deus), com o
agravante de que eram conhecedores até mesmo das perfeitas
leis de Deus, tendo com Ele um relacionamento pessoal, no entanto,
Jeová não os condenou à Geena por cometerem os
erros preditos e esperados. O que tinham ou fizeram de especial para
serem escolhidos pelo Criador? Algum mérito? Que tinham de
melhor que os demais povos? Entretanto, por conhecerem a lei de Deus,
o pesado julgamento (sendo justo) não deveria ser neles
(judeus)? Não foram os próprios judeus que erigiram
imagens de ídolos “no templo de Jeová” em
Jerusalém? Egoistamente, os judeus realmente se consideravam
melhores que os demais humanos imperfeitos, pois enquanto eles
recebiam de Jeová o perdão junto com o recomeço,
a atenção, orientação, punições
e bênçãos, próprios do amor, os demais
receberiam de Jeová, a condenação eterna. Uma
monopolização da atenção e das bênçãos
de Jeová. Como Jesus deixou bem claro, estavam muito, muito,
muito longe do padrão perfeito de Jeová. Mas, a
ignorância continuava com eles. Mas, o que dizer da opinião
da Rocha, o Deus de fidelidade e sem injustiça, um Deus justo
e reto?
Judeus comportaram-se iniquamente.
Judeus comportaram-se iniquamente.
Em
Ezequiel 5:5,6 Jeová nos diz: 5
“Assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Esta é
Jerusalém. Coloquei-a no meio das nações, com
terras ao seu redor. 6 E ela passou a comportar-se rebeldemente
contra as minhas decisões judiciais, EM INIQÜIDADE
MAIOR
DO QUE AS
NAÇÕES, e contra os meus estatutos, MAIS
DO QUE as
terras ao seu redor, pois rejeitaram as minhas decisões
judiciais, e quanto aos meus estatutos, não andaram neles.’
Após estas palavras, podemos identificar os crassos pecadores? Aquele que sabe e rejeita é teoricamente pior do que aquele que não sabe, aquele que vive na sua ignorância.
Um povo ensinado e pactuado com o Criador, que tinham a missão de ser luz para as nações iníquas, estava agindo muito pior do que as nações iníquas não ensinadas por Jeová, inclusive Sodoma. Quanta vergonha! Quanta humilhação!Era Jeová quem a via como a mais iníqua. Era Jeová quem a classificava como a mais iníqua. Quem se atreve a afrontar a palavra de Jeová??
Podemos confirmar em
Ezequiel
16: 48-52 48
Assim como vivo’, é a pronunciação do
Soberano Senhor Jeová, ‘SODOMA,
TUA IRMÃ,
ela com as suas aldeias dependentes, não fez segundo o que tu
fizeste, tu e as tuas aldeias dependentes. 49 Eis que este é o
que mostrou ser o erro de Sodoma, tua irmã: Orgulho, fartura
de pão e a despreocupação do sossego foram [as
coisas] que vieram a ser dela e das suas aldeias dependentes, e ela
não fortaleceu a mão do atribulado e do pobre. 50 E
elas continuaram a ser soberbas e a praticar uma coisa detestável
diante de mim, e eu finalmente as removi, assim como vi [ser
conveniente]. 51 “‘E quanto a Samaria, ela não
cometeu nem a metade dos teus pecados, mas tu continuaste a fazer
abundar as tuas coisas detestáveis MAIS
DO QUE ELAS ,
de modo que FIZESTE
AS TUAS IRMÃS PARECER JUSTAS
por
causa de todas as tuas coisas detestáveis que praticaste. 52
Também tu, carrega a tua humilhação ao teres de
argumentar a favor de tuas irmãs. Em vista dos teus pecados,
nos quais AGISTE
DE MODO MAIS DETESTÁVEL
do
que elas [agiram], ELAS
SÃO MAIS JUSTAS
DO
QUE TU. E
também tu, envergonha-te e carrega a tua humilhação
por fazeres as tuas irmãs parecer justas”.
AS PALAVRAS DO CRIADOR JEOVÁ, acima, definem inequivocamente o crasso pecador a ser plenamente responsabilizado por suas iniqüidades. JERUSALÉM - gerações das tribos de Judá e Levi são de iniquidade maior do que Sodoma. Por terem sido ensinados, esperava-se que demonstrassem na prática o aprendizado, que se comportassem “no mínimo”, um pouco melhor do que os ignorantes não ensinados.
Apesar das condições altamente favoráveis para obedecer, (apoio e presença divina visível, os únicos a ter um relacionamento direto com o Criador) violaram o pacto e agiram pior que as nações reconhecidamente iníquas.
As sábias palavras saídas da boca do próprio Jeová não deixam qualquer dúvida: Isaias 5:1-75 Por favor, cante eu ao meu amado uma canção de meu amado a respeito de seu vinhedo. Havia um vinhedo que meu amado veio a ter numa ladeira fértil. 2 E ele passou a arroteá-lo e a livrá-lo de pedras, e passou a plantar nele uma videira seleta de casta tinta, e a construir uma torre no meio dele. E havia também um lagar que ele escavara. E esperava que produzisse uvas, mas produziu aos poucos uvas bravas.3 “E agora, ó habitantes de Jerusalém e homens de Judá, por favor, julgai entre mim e meu vinhedo. 4 Que se pode ainda fazer por meu vinhedo que eu já não tenha feito nele? Por que é que esperei que produzisse uvas, mas ele produziu aos poucos uvas bravas? 5 E agora, por favor, faça-vos eu saber o que estou fazendo ao meu vinhedo: Haverá a remoção de sua sebe e terá de destinar-se à queima. Terá de haver uma derrocada de seu muro de pedras, e terá de tornar-se um lugar pisado. 6 E eu o porei qual coisa destruída. Não será podado, nem será capinado. E terão de surgir nele o espinheiro e ervas daninhas; e darei ordem às nuvens para que se abstenham de lançar chuva sobre ele. 7 Porque o vinhedo de Jeová dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a plantação de que gostava. E ele ficou esperando o julgamento, mas eis a violação da lei! A justiça, mas eis um clamor!”
ESCOLHI
MEU POVO PARA EXIBI-LO COMO ALGO BELO: (Jeremias
13:8-11) 8 Então
veio a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 9 "Assim
disse Jeová: ‘Do mesmo modo arruinarei o orgulho de Judá
e o orgulho abundante de Jerusalém. 10 Este
povo mau que se nega a obedecer às minhas palavras, que está
andando na obstinação do seu coração e
que prossegue andando atrás de outros deuses, a fim de os
servir e de se curvar diante deles, também se tornará
igual a este cinto que não presta para nada.’ 11 ‘Pois
assim como o cinto se apega aos quadris do homem, assim fiz toda a
casa de Israel e toda a casa de Judá apegar-se a mim mesmo’,
é a pronunciação de Jeová,
‘A
FIM DE QUE SE TORNASSEM PARA MIM UM POVO, E UM NOME, E LOUVOR, E ALGO
BELO; MAS ELES NÃO OBEDECERAM’.
Entretanto, tais nações reconhecidamente iníquas, eram suas irmãs consanguíneas, filhas do mesmo pai amorreu e mãe hitita.
O pecado de Jerusalém e de Judá é para Jeová um pecado semelhante ao pecado de Sodoma, sua irmã – Isaías 3:8,9. Havendo um julgamento justo e definitivo (um padrão divino de justiça), a condenação teria de ser semelhante para todos. Sendo pior o pecado, a condenação, sendo justa, também seria pior.
Palavras confirmadas em Lamentações 4:6, assim transcrito: 6 A [punição pelo] erro da filha do meu povo vem a ser também maior do que a [punição pelo] pecado de Sodoma,
Que foi subvertida como que num instante e para a qual não se voltaram mãos [para ajudar].
Versão Almeida Atualizada de 1967 reza: Porque maior é a iniqüidade da filha do meu povo do que o pecado de Sodoma, a qual foi subvertida como num momento, sem que mãos lhe tocassem.
Punidos por Jeová com a antecipação da morte, para onde foram tais crassos pecadores iníquos que, através de seus atos, fizeram suas iníquas irmãs consanguíneas Sodoma e Samaria parecerem justas?
Vem da boca do próprio Jeová a resposta em Isaias 5:13,14: 13 Por isso, meu povo terá de ir ao exílio por falta de conhecimento; e sua glória serão homens famintos e sua massa de gente ficará ressequida de sede. 14 Por isso, O SEOL ampliou a sua alma e escancarou a sua boca além de medida; e o que é esplêndido nela, também a sua massa de gente, e seu rebuliço, e o rejubilante, CERTAMENTE DESCERÃO A ELE.
É esperado que criaturas imperfeitas sejam parciais, mas, é inconcebível ao nosso Perfeito Criador, agir Ele iniquamente.
Assim falou Eliú: (Jó 34:19) 19 [Há Um] que não tem mostrado parcialidade para com príncipes E não tem dado mais consideração ao nobre do que ao de condição humilde, Porque TODOS ELES são trabalho das suas mãos.
Quem são os
homens iníquos? São os que praticam coisas iníquas.
Quais são as coisas iníquas praticadas pelos homens
iníquos? O Sábio e Perfeito Jesus responde em
Marcos
7:20-23: 20
Outrossim, ele disse: “O que sai do homem é o que avilta
o homem; 21 pois, de dentro, dos corações dos homens,
saem raciocínios prejudiciais: fornicações,
ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças,
atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho
invejoso, blasfêmia, soberba, irracionalidade. 23 Todas estas
coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”
Todo e qualquer ser humano, independente de sua nacionalidade, DE SER OU NÃO ADORADOR DE JEOVÁ, pode produzir coisas iníquas, ser um iníquo.
Durante toda a sua história, não praticaram os judeus estas e outras coisas iníquas, inclusive nos dias de Jesus como humano?
A quem falava Jesus estas palavras?
Mateus
7:11 11
Portanto, SE VÓS, EMBORA INÍQUOS, sabeis dar boas
dádivas a vossos filhos, quanto mais o vosso Pai, que está
nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem!?
Falava a uma multidão
de judeus que o ouvia no monte. O povo que tinha a Jeová por
seu Deus. Incluía seus discípulos.
Jesus, aquele com a visão além do nosso alcance, alguém maior que Salomão, aquele que amou de forma perfeita, assegurou que aquela geração iníqua será levantada no Dia de Julgamento ao dizer:
Jesus, aquele com a visão além do nosso alcance, alguém maior que Salomão, aquele que amou de forma perfeita, assegurou que aquela geração iníqua será levantada no Dia de Julgamento ao dizer:
Mateus
18:38-42 38
Respondendo-lhe então alguns escribas e fariseus, disseram:
“Instrutor, queremos ver um sinal da tua parte.” 39 Em
resposta, disse-lhes: “Uma geração
iníqua e adúltera
persiste
em buscar um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, exceto o
sinal de Jonas, o profeta. 40 Porque, assim como Jonas esteve três
dias e três noites no ventre do enorme peixe, assim estará
também o Filho do homem três dias e três noites no
coração da terra. 41 Homens de Nínive se
levantarão no julgamento com
esta geração
e
a condenarão; porque eles se arrependeram com o que Jonas
pregou, mas, eis que algo maior do que Jonas está aqui. 42 A
rainha do sul será levantada no julgamento com
esta geração
e
a condenará; porque ela veio dos confins da terra para ouvir a
sabedoria de Salomão, mas, eis que algo maior do que Salomão
está aqui.
Palavras
irrestritamente coerentes.
Podemos negar estas palavras proferidas pelo próprio Jesus? Não se tratava de ilustração, mas de diretas afirmações. TRATA-SE DE UMA PROFECIA. Iníquos judeus, principalmente a geração dos dias de Jesus, Sodoma e Gomorra, Nínive, Tiro e Sídon, e a rainha do sul, todos juntos em um mesmo diálogo, e segundo Jesus Cristo, o Juiz, qual destes estará em situação menos favorável no futuro Dia de Julgamento, “lugar comum de todos eles”? Por que pactuados judeus seriam condenados por iníquos ninivitas? Os iníquos ninivitas demonstraram a reação esperada, acreditaram, admitiram ser iníquos, enquanto eles, iníquos judeus pactuados, não acreditaram, não se deixaram ensinar. A exposição da verdade certamente gerará maior humilhação para a geração que rejeitou a Jesus.
O roto sentindo-se superior e julgando o esfarrapado. Iníquo julgando-se superior a outro iníquo .
Podemos negar estas palavras proferidas pelo próprio Jesus? Não se tratava de ilustração, mas de diretas afirmações. TRATA-SE DE UMA PROFECIA. Iníquos judeus, principalmente a geração dos dias de Jesus, Sodoma e Gomorra, Nínive, Tiro e Sídon, e a rainha do sul, todos juntos em um mesmo diálogo, e segundo Jesus Cristo, o Juiz, qual destes estará em situação menos favorável no futuro Dia de Julgamento, “lugar comum de todos eles”? Por que pactuados judeus seriam condenados por iníquos ninivitas? Os iníquos ninivitas demonstraram a reação esperada, acreditaram, admitiram ser iníquos, enquanto eles, iníquos judeus pactuados, não acreditaram, não se deixaram ensinar. A exposição da verdade certamente gerará maior humilhação para a geração que rejeitou a Jesus.
O roto sentindo-se superior e julgando o esfarrapado. Iníquo julgando-se superior a outro iníquo .
Não eram o povo
de Jeová?? Nos dias de Ezequiel, os remanescentes já
exilados da tribo de Judá eram piores que as outras nações
iníquas. As demais nações iníquas escutariam
a palavra saída da boca de Jeová. Para aquela
geração dos dias do profeta Ezequiel, assim falou o
Criador: (Ezequiel
3:4-7) 4 E
ele continuou a dizer-me: "Filho do homem, vai, entra no meio da
casa de Israel, e tens de falar-lhes com as minhas palavras. 5 Pois
não estás sendo enviado a um povo de idioma
incompreensível ou de língua pesada, [mas] à
casa de Israel, 6 não
a numerosos povos de idioma incompreensível ou de língua
pesada, cujas palavras não possas ouvir [com entendimento]. Se
eu te tivesse enviado a tais, seriam eles os que te escutariam.
7 Mas,
quanto à casa de Israel, não vão querer
escutar-te,
pois não querem escutar a mim; porque TODOS
os da casa de Israel são de cabeça dura e de coração
duro.
A nova geração
da tribo de Judá, agora nos dias de Jesus, também foi
classificada como PIOR que as algumas destas mesmas nações
e exatamente pelo mesmo motivo - seriam mais receptivos às
palavras faladas por Jeová. Em relação a
Corazim e Betsaida, assim falou Jesus: (Mateus
11:20-22) 20 Principiou
então a censurar as cidades nas quais se realizaram a maioria
das suas obras poderosas, porque não se arrependeram: 21 "Ai
de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque
se tivessem ocorrido em TIRO e SÍDON as obras poderosas que
ocorreram em vós, há muito se teriam arrependido em
saco e cinzas.
22 Conseqüentemente,
eu vos digo: No Dia do Juízo será mais suportável
para Tiro e Sídon do que para vós.
TIRO
E SÍDON seriam obedientes e se arrependeriam, enfim, seriam
mais justas.
Em relação
a Cafarnaum, assim falou Jesus: (Mateus
11:23-24) 23 E
tu, Cafarnaum, serás por acaso enaltecida ao céu? Até
o Hades descerás; porque, se
as obras poderosas que ocorreram em ti tivessem ocorrido em SODOMA,
ela teria permanecido até o dia de hoje.
24 Conseqüentemente,
eu vos digo: No Dia do Juízo será mais suportável
para a terra de Sodoma do que para ti."
SODOMA
seria obediente e se arrependeria, enfim, seria mais justa.
Em relação
aos homens de Nínive, assim falou Jesus: (Mateus
12:41) 41 Homens
de Nínive se levantarão no julgamento com esta geração
e a condenarão; porque
eles se arrependeram com o que Jonas pregou,
mas, eis que algo maior do que Jonas está aqui.
Os
homens de NÍNIVE foram obedientes e se arrependeram, enfim,
foram mais justos.
Em relação
à rainha do sul, assim falou Jesus: (Mateus
12:42) 42 A
rainha do sul será levantada no julgamento com esta geração
e a condenará; porque
ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão,
mas, eis que algo maior do que Salomão está aqui.
A
rainha do sul empreendeu uma longa viagem apenas para ouvir a
sabedoria de Salomão, enfim, foi mais justa.
Uma “criança
de rua”, nascida e criada na rua, com forma de vida e espírito
rebeldes, armada até os dentes, o que ela realmente é?
“Inimigo mortal” ou uma “perigosa vítima”
do anárquico e egoísta sistema mundial? Esta “criança
de rua” é um fruto podre esperado e seus atos são
previsíveis. Ao cometer um esperado crime sério, para
se fazer a justiça, ela deverá ser sumariamente
queimada por uma bomba atômica no seu estado ignorante?
‘ Ela poderia ter visto os bons exemplos e tê-los seguido, assim como poderia ter ido para os reformatórios, como tantas vezes tentamos levá-las, e muitos até mesmo fugiram de lá, logo se fez justiça exemplar’, poderia raciocinar alguém, ávido de justiça.
Isto seria fruto da cega justiça humana de resultados. Mas, teve ela a mesma chance em igualdade de condições com outros bem sucedidos e bem educados filhos da sociedade?
Caso estes filhos bem sucedidos, bem educados e bem informados cometam os mesmos erros dos filhos da rua, seria justo aplicar uma penalidade diferente? Seria justo oferecer perdão a estes filhos bem sucedidos? Não restariam configurado dois pesos e duas medidas? É isto justiça com igualdade de condições (isonomia)?
Embora cometam erros idênticos, somente os filhos bem educados e bem informados devem imerecidamente receber o perdão e o recomeço?
Agora, aquele bem educado e bem informado que imerecidamente recebeu perdão, afirma que a ‘ignorante criança de rua’ merece uma eterna condenação no estado ignorante pelo mesmo erro cometido por ele. Seria um julgamento e uma afirmação egoísta e nada amorosa, e vinda de um bem educado e bem informado! Devia envergonhar-se por tal atitude egoísta.
Entretanto, suponhamos que uma das “crianças de rua” conseguiu mudar e agora se transformou em um bem educado e bem informado filho da sociedade. Deve julgar seus ignorantes ex-companheiros como dignos merecedores da mais plena punição, enquanto ele agora imerecidamente recebe perdão? Há algo errado com esta reação? Quão rápido ele se esqueceu do que ele era! Também devia envergonhar-se por tal atitude egoísta.
Como “todos” erram todo o tempo, neste caso a justiça para ser plena, perfeita e amorosa teria de providenciar um recomeço igual para ambos, imparcialmente.Somente o Amoroso, Sábio, Justo e Poderoso Criador Jeová pode oferecer esta perfeita igualdade de oportunidades e condições ao mesmo tempo para todos os humanos imperfeitos, antes do suposto julgamento final destes.Apropriadamente o perfeito Jesus nos diz que “a vida eterna está condicionada a obter conhecimento do Criador Jeová e do enviado”. Logo, será completamente injusto não fornecer condições e oportunidades iguais para todos os imperfeitos obterem tal conhecimento. João 17:3;
O conhecimento exato de Jeová é o causador da recuperação dos humanos imperfeitos.
Uma “criança de rua” dificilmente vai de livre e espontânea vontade para um reformatório, muito pelo contrário, por seu “estado ignorante”, ela foge, foge e foge, causando um mal cada vez maior a si mesmo.
‘ Ela poderia ter visto os bons exemplos e tê-los seguido, assim como poderia ter ido para os reformatórios, como tantas vezes tentamos levá-las, e muitos até mesmo fugiram de lá, logo se fez justiça exemplar’, poderia raciocinar alguém, ávido de justiça.
Isto seria fruto da cega justiça humana de resultados. Mas, teve ela a mesma chance em igualdade de condições com outros bem sucedidos e bem educados filhos da sociedade?
Caso estes filhos bem sucedidos, bem educados e bem informados cometam os mesmos erros dos filhos da rua, seria justo aplicar uma penalidade diferente? Seria justo oferecer perdão a estes filhos bem sucedidos? Não restariam configurado dois pesos e duas medidas? É isto justiça com igualdade de condições (isonomia)?
Embora cometam erros idênticos, somente os filhos bem educados e bem informados devem imerecidamente receber o perdão e o recomeço?
Agora, aquele bem educado e bem informado que imerecidamente recebeu perdão, afirma que a ‘ignorante criança de rua’ merece uma eterna condenação no estado ignorante pelo mesmo erro cometido por ele. Seria um julgamento e uma afirmação egoísta e nada amorosa, e vinda de um bem educado e bem informado! Devia envergonhar-se por tal atitude egoísta.
Entretanto, suponhamos que uma das “crianças de rua” conseguiu mudar e agora se transformou em um bem educado e bem informado filho da sociedade. Deve julgar seus ignorantes ex-companheiros como dignos merecedores da mais plena punição, enquanto ele agora imerecidamente recebe perdão? Há algo errado com esta reação? Quão rápido ele se esqueceu do que ele era! Também devia envergonhar-se por tal atitude egoísta.
Como “todos” erram todo o tempo, neste caso a justiça para ser plena, perfeita e amorosa teria de providenciar um recomeço igual para ambos, imparcialmente.Somente o Amoroso, Sábio, Justo e Poderoso Criador Jeová pode oferecer esta perfeita igualdade de oportunidades e condições ao mesmo tempo para todos os humanos imperfeitos, antes do suposto julgamento final destes.Apropriadamente o perfeito Jesus nos diz que “a vida eterna está condicionada a obter conhecimento do Criador Jeová e do enviado”. Logo, será completamente injusto não fornecer condições e oportunidades iguais para todos os imperfeitos obterem tal conhecimento. João 17:3;
O conhecimento exato de Jeová é o causador da recuperação dos humanos imperfeitos.
Uma “criança de rua” dificilmente vai de livre e espontânea vontade para um reformatório, muito pelo contrário, por seu “estado ignorante”, ela foge, foge e foge, causando um mal cada vez maior a si mesmo.
O “Amor ao próximo como a si mesmo” como definido por Jesus em Lucas 10:25-37, está sendo colocado em prática pelos bem educados e bem informados filhos da sociedade?
Tomando por base o
exemplo de Paulo, o “Amor” induziu Jeová a
providenciar uma forma de arrancar a venda mental de cada humano
imperfeito, (criança mental e espiritual) fornecendo o
conhecimento necessário em um ambiente favorável.
Jesus afirmou que os
humanos imperfeitos de Tiro e Sídon isonomicamente serão
levantados para julgamento.
Jesus afirmou que os humanos imperfeitos de Nínive isonomicamente serão levantados para julgamento.
Jesus afirmou que a Rainha do sul isonomicamente será levantada para julgamento.
Jesus afirmou que os humanos imperfeitos de Sodoma e Gomorra isonomicamente serão levantados para julgamento.
Jesus afirmou que os humanos imperfeitos de Nínive isonomicamente serão levantados para julgamento.
Jesus afirmou que a Rainha do sul isonomicamente será levantada para julgamento.
Jesus afirmou que os humanos imperfeitos de Sodoma e Gomorra isonomicamente serão levantados para julgamento.
Jesus afirmou que os
humanos imperfeitos de Jerusalém (contemporâneos seus)
isonomicamente serão levantados para julgamento.
Sendo mais sábio que Salomão, quanto mais sábio que todos os demais humanos imperfeitos teria sido Jesus? Deve sua palavra ser corrigida por qualquer humano imperfeito?
Aquele que sem qualquer erro, em palavra ou em ação, fez a vontade de seu Criador, vivendo como homem perfeito entre os humanos imperfeitos, aquele que conhece profundamente o seu Pai, aquele que nos revela a profundidade da sabedoria de Jeová, aquele que nos ensinou o sentido (espírito) e objetivo da lei, aquele que mostra quão longe ainda estamos do padrão perfeito de Jeová, nos ensina que tais humanos imperfeitos serão levantados para julgamento, alguns apesar de terem sido punidos com a morte pelo próprio Jeová. Logo, ainda não foram definitivamente julgados na sua condição imperfeita, antes, simplesmente pagaram com a perda da vida exatamente por serem humanos imperfeitos no estado de ignorância. Houve punição pelo erro, mas deixou-se aberta a porta para o arrependimento, quando tal receber o pleno conhecimento de Jeová e de Jesus. Não estavam em condições para serem julgados definitivamente. Mais do que isso, Jeová os perdoou liberalmente, não levou em conta suas ofensas, foram praticadas por humanos imperfeitos, logo, permitindo que sejam levantados para um julgamento. Todas as ações anárquicas e egoístas praticadas no estado de imperfeição serão perdoadas. Deverão ser erguidos à condição de perfeição mental, física e emocional para depois serem finalmente julgados no final do Milênio ou mesmo durante este Dia de Julgamento de Mil anos, segundo as novas orientações contidas nos “novos rolos”, ou seja, aquilo que Jeová definir fazer.
Jeová, por amorosamente levar em conta o “estado de ignorância” destes humanos, não os julgou, exatamente por isso, fixando um Dia de Julgamento para toda a humanidade, tendo como Juiz designado, Jesus. O “estado de ignorância” revela que tais humanos imperfeitos são recuperáveis. Atos 17:30,31
Nenhum de nós, pais iníquos, aceitaria como definitiva e irrevogável, (fazendo-se cumprir na íntegra) uma escolha que represente a morte, que uma criança faça quanto ao seu próprio futuro, em face da sua limitadíssima e ignorante visão. Aceitar tal escolha como definitiva representaria falta de verdadeiro amor à vida, falta de sabedoria e falta de genuíno amor do pai pelo filho.
Caso uma criança que não sabe a diferença entre sua direita e sua esquerda lhe xingue com um infame palavrão, ou lhe acerte uma pedrada que lhe tire sangue, encararia tal atitude como uma premeditada ofensa e a classificaria como inimiga perigosa, responsável por seus atos e merecedora de morte? Cegos e ignorantes humanos imperfeitos devem ser definitivamente julgados na sua condição cega e ignorante?
Não esqueçamos que nosso Sábio Criador ainda está ensinando uma lição para toda a humanidade ignorante.
Entretanto, no Dia do Juízo de Mil anos, tais ignorantes humanos além de serem ressuscitados, serão retirados da sua condição de ignorância e não serão espancados ou atormentados por Jesus em um revide, antes, amplamente perdoados por tais erros passados.
Que Deus Maravilhoso,
que lição, quanto Amor, quanta Sabedoria, quanta
Justiça!
Evidentemente, aquela geração que se considerava “povo de Deus”, egoistamente desprezando os demais humanos, principalmente seus inimigos, talvez se vangloriando quanto à anterior destruição de Tiro e Sídon, parentes consanguíneos seus que em ocasião anterior haviam traído os judeus, exatamente quando estes estavam indefesos. Estes e aqueles foram punidos em cumprimento da determinação de Jeová, mas Jesus mostrou a realidade daquela geração em comparação com aqueles povos tidos pelos judeus como impuros, entretanto, do ponto de vista do seu e nosso Maravilhoso Criador e Pai, Jeová. Jesus lhes ensinou que o próximo é todo ser humano, sem qualquer distinção. Lucas 10:25-37.
Evidentemente, aquela geração que se considerava “povo de Deus”, egoistamente desprezando os demais humanos, principalmente seus inimigos, talvez se vangloriando quanto à anterior destruição de Tiro e Sídon, parentes consanguíneos seus que em ocasião anterior haviam traído os judeus, exatamente quando estes estavam indefesos. Estes e aqueles foram punidos em cumprimento da determinação de Jeová, mas Jesus mostrou a realidade daquela geração em comparação com aqueles povos tidos pelos judeus como impuros, entretanto, do ponto de vista do seu e nosso Maravilhoso Criador e Pai, Jeová. Jesus lhes ensinou que o próximo é todo ser humano, sem qualquer distinção. Lucas 10:25-37.
Para eles não
havia mais inimigos. Mateus
5:43-48 43
“Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo
e odiar o teu inimigo.’ 44 No entanto, eu vos digo: Continuai a
amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; 45 para que
mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus,
visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre
bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos. 46 Pois, se amardes
aos que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem também
a mesma coisa os cobradores de impostos? 47 E, se cumprimentardes
somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário?
Não fazem também a mesma coisa as pessoas das nações?
48 Concordemente, tendes de ser perfeitos, assim como o vosso Pai
celestial é perfeito.
Jesus não
afirmou que nosso Pai celestial providencia as coisas essenciais,
especialmente para os bons (o povo escolhido, os merecedores),
enquanto os iníquos (os coadjuvantes) se favorecem das
rebarbas, o que seria parcialidade. Antes, Jesus destaca exatamente a
perfeita imparcialidade de Jeová a ser imitada por todos nós,
imperfeitos humanos para nos mostrarmos ser filhos. Amar os inimigos
em imitação ao Criador.
No Dia do Juízo, ao serem ressuscitados juntos com os seus “próximos” de Tiro e Sídon já aprenderão uma grande lição de humildade; agora ressuscitados, como deverão tratá-los? Buscando a perfeição, terão de amá-los tanto quanto a si mesmos, considerando-os “tão” vítimas do pecado herdado “quanto” eles próprios. Entretanto, antes da morte adâmica, ampliando seu amor ao próximo, deviam desejar e fazer que acontecesse com o “próximo”, aquilo que queriam para si mesmos, de forma imparcial; “tanto quanto”, uma igualdade para com todos os iguais.
No Dia do Juízo, ao serem ressuscitados juntos com os seus “próximos” de Tiro e Sídon já aprenderão uma grande lição de humildade; agora ressuscitados, como deverão tratá-los? Buscando a perfeição, terão de amá-los tanto quanto a si mesmos, considerando-os “tão” vítimas do pecado herdado “quanto” eles próprios. Entretanto, antes da morte adâmica, ampliando seu amor ao próximo, deviam desejar e fazer que acontecesse com o “próximo”, aquilo que queriam para si mesmos, de forma imparcial; “tanto quanto”, uma igualdade para com todos os iguais.
Obviamente a geração
que seria condenada ou se encontraria em situação
desvantajosa no dia de julgamento, seria a geração dos
dias de Jesus como homem, principalmente aqueles que tiveram contato
com ele. A maioria deles foi punida com a antecipação
da morte pela violência interna de Jerusalém ou pela
espada romana em 70 EC. Certamente se envergonharão por não
terem crido apesar das provas e sinais poderosos vistos por eles;
estarão expostos quais rebeldes contra Jeová e contra
Jesus; entretanto, ainda poderão se arrepender e certamente o
farão, já que finalmente compreenderão de forma
plena toda a questão, pois quando imperfeitos, estavam
mentalmente doentes presos a sua própria ignorância e
egoísmo. Era assim que o perfeito Jesus os encarava e com o
conhecimento e entendimento perfeitos e com autoridade de Instrutor,
Filho e Juiz.
Serão encarados como condenados por estes povos não judeus, os não escolhidos diretamente por Deus como povo seu.
Serão encarados como condenados por estes povos não judeus, os não escolhidos diretamente por Deus como povo seu.
Ressuscitados e após
saberem de toda a verdade, condenarão esta atitude rebelde que
estes escolhidos tiveram para com Jeová e Jesus (e ainda
andavam com o nariz empinado, condenando todos os outros povos;
reação egoísta e desamorosa, pois queriam
monopolizar o Pai e Criador Amoroso do Universo). É como ser
publicamente desmascarado.
Obviamente, teria sido melhor para cada um deles se tivessem ouvido a Jesus e se arrependido do que, no futuro, passar pela humilhação prevista por Jesus.
Obviamente, teria sido melhor para cada um deles se tivessem ouvido a Jesus e se arrependido do que, no futuro, passar pela humilhação prevista por Jesus.
Que lição! Quanto amor! Quanta sabedoria! Quanta justiça! Que Deus Maravilhoso e Isonômico! Isso glorifica a Jeová, embeleza a sua imagem, engrandece sua personalidade perante toda a sua amada criação.
Todos os corações e mentes imperfeitos, com características animalescas, quando lavados por Jeová, tornam-se melhores e produzem os frutos do espírito de Deus. As palavras de Jesus foram: “Se as obras poderosas que ocorreram em ti tivessem ocorrido em Sodoma, ela teria permanecido até o dia de hoje.” “Porque se tivessem ocorrido em Tiro e Sídon as obras poderosas que ocorreram em vós, há muito se teriam arrependido em saco e cinzas.”
Imparcialidade e igualdade de oportunidades para humanos imperfeitos, atribuem glória ao nosso Criador Jeová.
Que poderosa verdade! Que exposição! Poderia gerar maior rebeldia ou grande arrependimento àquela geração.
Quanto amor ao Amoroso Pai Jeová sentirão tais altamente devedores filhos (crassos pecadores, iníquos) ao sentirem que foram imerecidamente perdoados de todas as suas dívidas? Lucas 7:40-43
Podemos entender dessas afirmações do perfeito Jesus, que embora eles fossem uma nação escolhida pelo próprio Jeová, qualquer outro povo escolhido, estando sob as mesmas condições e com os mesmos ensinamentos, produziria reações semelhantes ou até melhores que os judeus, inclusive os de Sodoma e Gomorra. Todos os outros, embora longe, também são filhos e não estão esquecidos. Gênesis 18:18; 22:18; 26:4.
Eles (os judeus) tinham
o privilégio de poderem amorosamente demonstrar aos seus
semelhantes, como o modo de vida com a orientação de
Jeová é superior aos modelos produzidos por humanos
imperfeitos. Os demais povos deviam produzir plenamente os frutos do
egoísmo como previsto por Jeová para a própria
comprovação do fracasso da Anarquia egoísta e
para a final glorificação Dele no tempo devido.
Obviamente tais demais povos não usufruíam da relação
educativa com o Criador Jeová e das bênçãos
resultantes (conseqüência natural) desta relação,
entretanto, os que entram nesta relação pessoal de
forma consciente, o fazem quer haja bênçãos ou
não, revelando estarem destituídos do interesseiro
egoísmo.
As palavras de Jesus inequivocamente garantem ressurreição aos iníquos de Sodoma e Gomorra, enquanto nós humanos imperfeitos os estamos condenando à Geena. Lucas 6:37-40 37 “Além disso, parai de julgar, e de modo algum sereis julgados; e parai de condenar, e de modo algum sereis condenados. Persisti em livrar, e sereis livrados. 38 Praticai o dar, e dar-vos-ão. Derramarão em vosso regaço uma medida excelente, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.”39 Contou-lhes, então, também, uma ilustração: “Será que um cego pode guiar um cego? Não cairão ambos numa cova? 40 O aluno não está acima do seu instrutor, mas, todo aquele que for perfeitamente instruído será semelhante ao seu instrutor.
A perfeita instrução só provém de uma fonte perfeita, aquela que nunca erra, aquela que é plenamente confiável. Jeová é a única fonte e Jesus é o único caminho.
Afinal de contas, por que estas “feras” (judeus iníquos) demonstravam algumas qualidades humanas? Resultado da submissão à Teocracia. Jeová qual fonte do antídoto lhes transformava a inerente personalidade animalesca. Quanto maior a influência animalesca, maior a quantidade de antídoto para a transformação. Por deixarem de tomar o antídoto reagiram quais animais irracionais. Qual o resultado de terem recebido o antídoto? Eles olhavam para as “outras feras” ao seu redor (Samaritanos // Tiro e Sídom // Ninivitas // Gregos // Romanos // Sodoma, etc...), mas cegamente não se viam como “feras modificadas”, antes, condenavam as “outras feras” (seus semelhantes, uma imagem refletida) exatamente por estas outras serem “feras” e agirem como feras. Ação própria do egoísmo. Exaltação de si mesmo (eu). O egoísmo cega.
Se não tivessem sido escolhidos pelo Criador não estariam na condição de “feras modificadas”, que é fruto do antídoto gratuito. A exaltação do “eu” não lhes permitia ter esta visão da realidade.
O egoísta aprendiz de 5000 atos, quando consegue realizar 400 atos certos dos 2000 já ensinados, alegra-se muito, mas, ao olhar para trás e ver tantos outros que ainda não passaram de 200 acertos, alegra-se ainda mais e passa a humilhar a estes, e até mesmo pede para o instrutor expulsar definitivamente da sala de aula a estes rotulados por ele de “desinteressados”. O egoísta não vê ou não se importa com os 1600 atos que ele ainda não aprendeu, pois esta atitude revelaria profunda humildade e equilíbrio realista. O espírito de competição (exaltação do “eu”) o faz comparar-se com os desafortunados e sentir-se superior a estes. O princípio orientador (lição) está em Mateus 7:1-5. É o pecado da soberba destacado por Jesus em Lucas 18:9-14. Entretanto, o amor ao próximo como a si mesmo o impeliria não só a nunca competir e a sempre repartir o que já aprendeu, como também, se colocar altruistamente no lugar dos desafortunados, além de, procurar saber, entender, compreender e perdoar qualquer atitude negativa destes, ter piedade destes que se encontram na condição de desafortunados. Foi assim que Jesus agiu. O padrão perfeito é Jesus.

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